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Ministro Calmon
Cincinato
Guarantã
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Tronco NOB - 1935
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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| E. F. Noroeste do
Brasil (1912-1948) |
CINCINATO
(antiga CINCINATO BRAGA)
Município de Guarantã, SP |
| Linha-tronco - km 99,730 (1938) |
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SP-1146 |
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Inauguração: 13.12.1912 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A Estrada
de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir
de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente
Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller,
em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná,
em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar
a Corumbá, na divisa com o Paraguai, anos depois. O trecho entre Araçatuba
e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada de
malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou a ser
parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava o ramal
de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da Refesa.
Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte
foi suprimido. Em 1996, a Refesa deu a concessão da linha para a Novoeste,
que transporta cargas até hoje. |
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A ESTAÇÃO: A estação
foi inaugurada em 1912, com o nome de Cincinato Braga.
Depois o nome foi reduzido para Cincinato. Por volta de 1948,
com a abertura da variante de Pirajuí, a estação foi desativada,
fora dos trilhos da via original. "Hoje eu estou à
busca da antiga estação de Cincinato. Meu bisnono, que
veio de Veneza, foi sepultado no cemitério de Cincinato. Ele
faleceu em 1923 e o óbito foi feito em Pirajuí. Ninguem
da nova geração sabe onde Cincinato um dia existiu,
já que com a nova linha passando por Pirajuí, nos anos
1940, aquelas estações ficaram desatendidas".
(Leno Cardoso, Bauru, 09/2002) Outro relato sobre Cincinato
veio logo depois: "Passei boa parte de minha infância na casa de
meus avós na fazenda Coqueirão, e está perfeitamente presente em minhas
memórias a antiga estação de Cincinato e o cemitério próximo a ela.
Quando a conheci, mostrada pela minha avó, já falecida (tenho 53 anos),
a mesma, já em ruínas, no final dos anos 50, ficava ao lado da estrada
de terra que ainda hoje liga Guarantã a Pirajuí, e que era
o único caminho na época para esta última cidade. Bem na entrada da
Coqueirão, em frente a uma estradinha coberta por paineiras, e que
levava a colonia principal da fazenda, ficava a estação de Cincinato.
Hoje, passados 40 anos dessa memória, com certeza nenhuma das referências
acima devem existir" (Antonio Márcio Miranda Teixeira, 10/2002).
"Eu morava na estacao de Cincinato, onde meus pais, Ventura
Bezerra Lima, que trabalhava na bomba de água da estação,
e Luiza Evangelista da Silva, foram os primeiros moradores. Eu nasci
em Pirajui em 1931. Em 1943, a Fazenda Coqueirão pertencia
ao Sr. Castro Alves. Lembro-me do campo de futebol na fazenda, do
Cine Zuleika e de muitas paineiras margeando a avenida. Quando acabou
Cincinato, devido à mudanca da linha férrea para Ministro
Calmon, nós nos mudamos para Bauru." (Maria Benedicta
Lima de Souza, 04/11/2002). E com tantas histórias, não
consegui encontrar uma foto de Cincinato... Em Cincinato no
local da antiga estação hoje (2011) há uma plantação
de cana e até quatro anos atrás existiam ainda os vestígios de trilhos
enterrados e os restos de túmulos do antigo cemitério. Somente ali
há a capela da Fazenda Coqueirão que ficava próxima à
estação.
(Fontes: Maria Benedicta Lima de Souza; Leno Cardoso;
Antonio Márcio Miranda Teixeira; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
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| Atualização:
06.03.2011
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