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Monlevade
Lins-nova
Guaiçara
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Tronco NOB - 1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 1994
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E. F. Noroeste do
Brasil (1962-1975)
RFFSA (1975-1996) |
LINS-NOVA
Município de Lins, SP |
| Linha-tronco - km 137,664 (1960) |
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SP-2281 |
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Inauguração: 15.11.1962 |
| Uso atual: abandonada |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: c.1954 |
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| HISTORICO DA LINHA: A Estrada
de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir
de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente
Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller,
em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná,
em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar
a Corumbá, na divisa com a Bolívia, anos depois. O trecho entre
Araçatuba e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada
de malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou
a ser parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava
o ramal de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da
RFFSA. Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte
foi suprimido. Em 1996, a RFFSA deu a concessão da linha para a Novoeste,
encampada pela ALL em 2006. |
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A ESTAÇÃO: A estação
original de Lins foi desativada em 15 de novembro de 1962 (segundo
conta Antonio Silvano Gustinelli),
ABAIXO: Funcionários na estação
de Lins, ainda em plena atividade, posando na plataforma em 1975,
tendo atrás de si o auto de linha da RFFSA (O Avaiense, edição
de junho de 2008).
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Veja a rotunda do pátio de Lins
clicando sobre a fotografia acima. AO LADO: Albuquerque Lins,
Presidente do Estado em 1908 (A Lua, março de 1908).
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quando se completou a variante de Lins, que
fez com que uma estação mais nova fosse aberta no mesmo dia
em local diferente: Lins-nova. 34 anos depois, a partir
da desativação dos trens de passageiros, em 1996, a
estação, que já ia mal das pernas, passou ao
abandono. Já estava quase totalmente abandonado em 2003, quando
uma família morava onde era o escritório. Em maio de
2004, José C. Bratfich via uma situação
diferente e pior: "No início de 2004 fui a Lins. Na
estação há gente morando, o armazém foi
totalmente destruído, só sobrou o piso e o esqueleto
das vigas de concreto. Mas o que mais dói é o cemitério
de vagões e carros. Tudo abandonado. Resumindo, tem carros
de passageiro, vagões diversos (graneleiros, tanques, de minérios),
carro restaurante, bagageiro. Tudo servindo de moradia, motel, banheiro,
ponto de drogas. Tudo muito sujo, nojento, queimado". Em
abril de 2009, o local era centro de drogados e mendigos, local perigoso
para se frequentar. (Veja também LINS-VELHA)
(Fontes: Antonio Silvano Gustinelli; José H.
Bellorio; Daniel Gentili, 2009-10; Fábio Vasconcellos, 2001;
José C. Bratfich, 2004; Hermes Hinuy, 2002; Eduardo
Coelho; Edison Milani; Correio de Lins; relatórios oficiais
da Noroeste do Brasil, 1930-1954; Guia Geral das Estradas de Ferro
do Brasil, 1960; O Avaiense, 2008; Mapas - acervo R. M. Giesbrecht)
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Fachada da estação de Lins-nova, na época
de sua abertura. Data - deve ser 1954. Acervo jornal Correio
de Lins |

Pátio da atual estação de Lins, a terceira,
sem data. Foto José H. Bellorio |
Estação de Lins em 1979. Foto José H. Bellorio |

Estação de Lins em 1979. Foto José H. Bellorio |

Estação de Lins, 2001. Foto Fábio Vasconcellos |

Estação de Lins, plataforma, em 15/05/2001. Foto
José H. Bellorio |

Fachada de Lins, em 12/2002. Foto Hermes Hinuy |

Plataforma de Lins, em 12/2002. Foto Hermes Hinuy |

Fachada da estação de Lins em 27/4/2009. Foto
Daniel Gentili |

Estação de Lins - lado da plataforma - em 27/4/2009.
Foto Daniel Gentili |

A estação em 10/7/2010. Foto Daniel Gentili |
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| Atualização:
31.07.2011
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