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VXY Mogiana em MG
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Parada Jaguaré
Universidade
Sears
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ramal Jurubatuba - 1970

Guia Levi, 1976
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2011
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E. F. Sorocabana (1957-1971)
FEPASA (1971-1979)
UNIVERSIDADE
Município de São Paulo, SP
Ramal de Jurubatuba - km   SP-3314
    Inauguração: 25.01.1957
Uso atual: demolida   com trilhos
Data de construção do prédio atual: c.1959 (já demolido)
 
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Jurubatuba foi construído entre 1952 e 1957 para encurtar a distância entre a Capital e Santos pela Sorocabana. Partindo da estação de Imperatriz Leopoldina, no tronco, a linha seguia até Evangelista de Souza, na Mairinque-Santos, no alto da serra, para dali descer para o porto. Transportando passageiros e cargas desde a abertura da linha em 1957, o ramal acabou por se tornar uma das linhas de subúrbio da Capital. Por volta de 1980 foi feita a duplicação da linha e a colocação da bitola mista, o que levou à demolição, por causa do óbvio alargamento do leito para comporatr duas linhas, de todas as estações originais que estavam no trecho entre Universidade e Jurubatuba, com a exceção desta última. Uma nova linha com novas estações foi entregue, agora com trens partindo de Osasco e não mais de Julio Prestes, mas somente em 2000 é que ficaram prontas todas as estações previstas para todo o trecho que hoje é atendido pelos TUES metropolitanos da CPTM. Até dezembro de 2001 o transporte de passageiros se resumia ao trecho entre Presidente Altino, no tronco, e Varginha, na entrada da área de mananciais. Nesse mês, o transporte foi suprimido para além de Jurubatuba. Daí até Evangelista a linha hoje está desativada até para cargueiros.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Universidade foi inaugurada em 1957, juntamente com o ramal. Era considerada inicialmente um posto, apenas, e, como a maioria das estações do ramal, parece ter sido o seu prédio construído apenas por volta de 1960. Durante o projeto, ela se chamava Jaguaré, mas já na inauguração levou o novo nome, por causa da instalação da Cidade Universitária, do outro

ACIMA: desvios do Ceasa, no Jaguaré, saindo da linha da SOrocabana, hoje utilzada pela CPTM. Estão hoje cobertos pelo asfalto, e suas porteiras fechadas - quando não muradas (Guia SP, 1978). ABAIXO: "Uma parada onde será a futura estação Universidade", no trem inaugural da linha, em 25 de janeiro de 1957 (Foto revista Nossa Estrada, nro 223, janeiro de 1957).
lado do rio. Foi demolida em 1979, com a entrada em operação das estações do Ceasa e do Jaguaré, maiores, mais modernas e ambas próximas ao antigo pátio. Até aí, e desde 1976, ela ainda era atendida por um trem puxado por uma LEW que parava somente em Universidade, Pinheiros, Monark e Jurubatuba. Não encontrei fotos da antiga estação; ela ficava na verdade em algum ponto entre as duas estações da atual CPTM citadas acima, onde há um pátio ferroviário grande, entre a Marginal do Pinheiros e os terrenos do CEAGESP. Dali saíam os desvios que entravam no CEASA, no Jaguaré, hoje abandonados. "Eu me lembro de que, em 1978, quando estavam construindo o trecho da Marginal do rio Pinheiros

ACIMA: Pátio da estação Universidade, em foto tomada da altura da avenida Imperatriz Leopoldina em 1969. Ele pode ser vista ao fundo, do centro para a direita da fotografia, antes do rio Pinheiros - há um trem cargueiro passando por ele (CLIQUE SOBRE A FIGURA PARA AMPLIAR). Dez anos depois, a linha foi afastada do rio para que se construísse a Marginal do rio Pinheiros nesse ponto (Governo Abreu Sodré: São Paulo, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, 1969). ABAIXO: Pátio da estação de Universidade, provavelmente final dos anos 1960. À esquerda, onde hoje está o CEAGESP (CEASA). Ao fundo (CLIQUE SOBRE A FOTO PARA VER EM TAMANHO MAIOR), entre os dois primeiros postes da direita, lá atrás se vê a ponte velhs do Jaguaré em arco sobre o rio Pinheiros (Autor desconhecido).
entre a ponte do Jaguaré e o Cebolão, este também em construção, tínhamos de pegar um desvio para chegar a uma parte já pronta da Marginal. Numa dessas vezes, saí pela rua Xavier Kraus, vindo da avenida Gastão Vidigal, e saí por uma passagem de nível sobre um dos desvios e também da própria linha da então Fepasa, onde havia um semáforo. Por ali, entrávamos na nova Marginal e atingíamos não o Cebolão, ainda incompleto, mas a ponte dos Remédios, de forma a atravessar o rio e seguirmos para onde hoje é o Alphaville. Tudo isso devia ser bem próximo à antiga estação Universidade
" (relato do autor, Ralph M. Giesbrecht, em 2007). "Quando o trem ia da Júlio Prestes para a Cidade Dutra, como todas as estações do ramal do rio Pinheiros ficavam à esquerda da linha, o chefe da estação tinha de entrar no trem para entregar o staff para o maquinista. Na volta a troca era feita pela janela do maquinista" (Carlos Alberto Leite Pereira, 11/2007). Parece que a estação ficava no km 14 (lembrar que a estação de Imperatriz Leopoldina, no tronco, fica no km 11).
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Coaraci Camargo; Carlos Alberto Leite Pereira; Governo Abreu Sodré: São Paulo, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, 1969; Guia SP, 1978; Nossa Estrada, 1957; E. F. Sorocabana: relatórios anuais, 1950-69; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação de Universidade em construção, com a linha já funcionando, em 1957. Foto da revista Nossa Estrada, nro 223, janeiro de 1957
   
     
     
Atualização: 25.10.2011
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.