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Itapeva
Alfredo Nunes
Itanguá
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ramal de Itararé-1935

IBGE-1956
 
 
Estrada de Ferro Sorocabana (1927-1971)
FEPASA (1971-1998)
ALFREDO NUNES (antiga TAQUARI)
Município de Itapeva, SP
Ramal de Itararé - km 348,259 (1931)   SP--0896
  Inauguração: 01.1927
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1931 (já demolido)
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Itararé começou a ser construído em 1888, partindo da estação de Boituva, mas somente em 1895 chegou a Itapetininga, com extensão de 65 km. Somente em 1905 as obras foram retomadas, e em abril de 1909, a estrada chegou finalmente a Itararé. Sempre crescendo em importância por causa de sua ligação com o sul, o ramal passou a sair da estação nova de Santo Antonio - hoje Iperó - em 1928, aproveitando as obras de retificação e duplicação da linha-tronco, diminuindo o trecho em 23 km. Em 1951, a linha foi eletrificada até Morro do Alto. Em 1960, até Itapetininga e não passou daí. Em 1978, o tráfego de passageiros no ramal foi extinto. Em 1973 foi construído, de Itapeva, um ramal para Apiaí, e desse, outro para Pinhalzinho, que encontrava a nova linha que vinha da região de Curitiba. O trecho a partir de Itapeva acabou desativado depois que o trecho paranaense até Jaguariaíva foi suprimido, nos anos 90. Entretanto, em 22/12/1997, o trem de passageiros, voltou a funcionar, desta vez entre Sorocaba e Apiaí. O trem, com algumas interrupções, funcionou até fevereiro de 2001. O trecho entre Itapeva e Itararé teve os trilhos arrancados em 2001. Hoje, apenas as estações de Tatuí, Itapetininga e Buri ainda funcionam para carga de mercadorias, sob a administração da ALL.
 
A ESTAÇÃO: Inaugurada como posto km 372 em 1927, no mesmo ano teve seu nome alterado para Taquari. Em 11/11/1935, ganhou o nome definitivo, Alfredo Nunes. Em 1939, foi entregue um novo prédio. A estação foi demolida nos anos 80. É a primeira das estações situadas no trecho atualmente abandonado do ramal de Itararé. Não há registros fotográficos da estação, nem pude chegar ao local original da mesma.
     

Não há mais leito, nem estação, nem mesmo plataforma: onde um dia foi a estação de Alfredo Nunes, só o mato. Foto André Luís de Lima, em 2004
   
     
     
Atualização: 03.12.2004
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.