| Bonde de Santo Amaro (São Paulo) |
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Cia. Carris
de Santo Amaro (1886-1900) / Light (1900-1947) / CMTC (1947-1968) Veja
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Trem de passageiros a vapor que correu na antiga linha da Cia. de Carris de Ferro de Santo Amaro entre 1886 e 1914. Foi substituído por bondes elétricos nas duas linhas que se sucederam à retificação de 1914 feita pela Light, que havia comprado a empresa em 1900. Em 1947, a CMTC, da Prefeitura de São Paulo, ficou com as linhas da Light. |
Percurso:
de Rib Origem da linha: São Paulo (Rua São Joaquim) - Santo Amaro: 1886, pela Cia. de Carris de Ferro de Santo Amaro Em 1914, foi aberta a retificação eletrificada do antigo trecho, pela Light, entre a Praça João Mendes e Santo Amaro, e o que ficou sendo um ramal, entre o largo Ana Rosa e o Jabaquara, próximo à antiga estação do Encontro. Em 1966, o bonde do Jabaquara foi suprimido. Em março de 1968, o bonde de Santo Amaro foi suprimido. Foi este o último bonde a correr em São Paulo em linha regular. |
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E não podemos nos esquecer do
Santo Amaro, é claro. Fazia Pça João Mendes, Liberdade, Vergueiro,
Ana Rosa, Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera (uma reta de 7 km, pelo
canteiro central, sem interferir com o trânsito) e ia embora adiante
do Largo 13 de Maio até um lugar chamado Socorro. Depois, cortaram
o trecho João Mendes-Instituto Biológico (começo da Av. Ibirapuera),
desfigurando totalmente a linha. Quem, vindo de Indianópolis, Brooklin
ou Santo Amaro para ir ao centro, iria sujeitar-se a desembarcar no
Biológico e procurar um ônibus que o levasse ao centro, pagando outra
passagem? Obviamente, preferiria fazer a viagem toda de ônibus. Depois
desse "golpe mortal" no bonde de Santo Amaro, ficou fácil acabar com
ele de uma vez, asfaltando as faixas centrais da Av. Ibirapuera, em
nome do "progresso", para júbilo daqueles que defendem a idéia de
que as avenidas são feitas para o automóvel particular e para mais
ninguém. (Fernando Maia
de Marsillac, 2002) |
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