Estações Ferroviárias do
Estado do Mato Grosso do Sul

Neste Estado, existe apenas a E. F. Noroeste do Brasil, hoje com concessão da Brasil Ferrovias/Novoeste, com a linha sendo continuação da que vem de Bauru, SP, atravessando o oeste do Estado de São Paulo e cruzando o rio Paraná inicialmente por balsa, posteriormente por ponte ferroviária. A estrada termina em Corumbá, na fronteira com a Bolívia, de onde parte a ferrovia que segue para Santa Cruz de La Sierra, neste País. Nesta relação estão tanto as estações do lado sul-matogrossense quanto do paulista.

Linha-Tronco - E. F. Noroeste do Brasil
(Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul)
Ramal de Ponta Porã
(Estado de Mato Grosso do Sul)


HISTÓRICO DAS LINHAS:

LINHA-TRONCO: A E. F. Itapura a Corumbá foi aberta a partir de 1912, entrte Jupiá e Agua Clara e entre Pedro Celestino e Porto Esperança, deixando um trecho de mais de 200 km entre as duas linhas esperando para ser terminado, o que ocorreu somente em outubro de 1914. A partir daí, a linha estava completa até o rio Paraguai, ao sul de Corumbá, em Porto Esperança; somente em 1952 a cidade de Corumbá seria alcançada pelos trilhos. Logo dedpois da entrega da linha, em 1917, a ferrovia foi fundida com a Noroeste do Brasil, que fazia o trecho inicial no Estado de São Paulo, entre Bauru e Itapura. E em 1975, incorporada como uma divisão da RFFSA, foi finalmente privatizada sendo entregue em concessão para a Novoeste, em 1996.

RAMAL DE PONTA PORÃ: A linha da Noroeste que ligava Campo Grande à fronteira paraguaia - o ramal de Ponta Porã - saía da estação de Indubrasil, na linha-tronco e chegava a Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. Demorou 9 anos para que o ramal ficasse pronto, chegando primeiro a Maracaju em 1944, a Dourado em 1949 e somente em 1953 à estação terminal. Sempre com pouco movimento, os trens de passageiros foram um dos últimos a serem extintos pela RFFSA, em junho de 1996, logo depois que a linha passou para a concessão da Novoeste. A partir daí, a linha foi abandonada, nem cargueiros a utilizam mais.

AS ESTAÇÕES ABAIXO RELACIONADAS ESTÃO BASEADAS NOS GUIAS LEVI DE 1960 E DE 1970.

Linha-tronco - Por ordem de estações Mais abaixo, as estações do lado sul-matogrossense em ordem alfabética.  
Bauru    
Posto 1    
Curuçá    
Val de Palmas    
Tibiriçá    
Nogueira    
Avaí    
Araribá    
Mirante    
Presidente Alves    
Posto km 75    
Pirajuí-ramal (1925-1949) Pirajuí (1949)    
Toledo Piza    
Ministro Calmon    
Cincinato    
Guarantã    
Renato Werneck    
Cafelândia    
Paredão    
Monlevade Monlevade-nova    
Lins Lins-nova    
Guaiçara Guaiçara-nova    
Promissão    
Capituva    
Avanhandava    
Urutágua    
Penápolis    
Bonito    
Engenheiro Napoleão    
Glicério    
Coroados    
Birigüi    
Guatambu    
Araçatuba (primeira estação)    
Araçatuba (segunda estação)    
Tronco original (depois ramal de Lussanvira) (1910-1962) Variante Araçatuba-Jupiá (incorporado à linha-tronco em 1938) (1928-2006)    
  Araçatuba (terceira estação)    
Araçatuba (quarta estação)    
Engenheiro Taveira Ferdinando Laboriau    
Córrego Azul Iporanga    
Guararapes    
Aracanguá Rubiácea    
Saint Martin Bento de Abreu    
Anhangaí Valparaíso    
Aguapeí    
Jacarecatinga Lavínia    
Bacuri Mirandópolis    
Nova Nipônia Machado de Mello    
Guaraçaí    
Lussanvira Murutinga    
Planalto    
Ilha Seca (até 1940) Andradina-nova (1992)    
Andradina    
Timboré (até 1940) Paranápolis    
Itapura (até 1940) Castilho    
Junqueira    
Ponte Francisco Sá    
Estado do Mato Grosso do Sul Por ordem alfabética(somente em MS)  
Jupiá Agachi  
Três Lagoas Agente Inocêncio  
Gigante Água Clara  
Cervo Albuquerque  
Posto km 512 (1970) Alcilândia  
Arapuá Alegre  
Piaba Antonio Maria Coelho  
Buritizal Aquidauana  
Garcias Arapuá  
Safira Arlindo Luz  
Rio Branco Atoladeira  
Posto km 599 (1970) Balsamo  
Pena Junior Bodoquena  
Bolicho  
Posto km 620 (1970) Botas  
Brilhante  
Ferreiros Buritizal  
Major Vicente Cachoeirão  
Água Clara Camisão  
Atoladeira Campo Grande  
Arlindo Luz Carandazal  
Tamanduá Cervo  
Formoso Coronel Juvêncio  
Posto km 730 (1970) Corumbá  
Luiz Gama Duque Estrada  
Mantena Ferreiros  
Ribas do Rio Pardo Formoso  
Posto km 786 (1970) Garcias  
Balsamo General Rondon  
Posto km 805 Generoso Ponce  
Alegre Gerivá  
Botas Gigante  
Ligação Guaicurus  
Gerivá Guavira  
Lagoa Rica Guia Lopes  
Manoel Brandão Indubrasil  
Campo Grande Saída para o ramal de Ponta Porã

Ultimo trem para Ponta Porã, 01/06/1996
Irmãos Maringoni  
Posto km 903 (1970) Jaraguá
Mario Dutra Jupiá
Indubrasil Lagoa Rica
Guavira Ligação
Bolicho Luiz Gama
Sidrolândia Major Vicente
Piúva Manoel Brandão
Posto km 103 (1950) Mantena
Piqui Maracaju
Brilhante Mario Dutra
Posto km 145 (1970) Ministro Pestana
Maracaju Miranda
Sete Voltas Murtinho
Ministro Pestana Palmeiras
Itahum Pedro Celestino
Presidente Dutra Pena Junior
General Rondon Piqui
Santa Virgínia Piraputanga
Ponta Porã Piúva
Posto km 903 (1970) Ponta Porã  
Porto Esperança  
Porto Ladário  
Mario Dutra Posto km 103  
Indubrasil Posto km 145  
Jaraguá Posto km 512  
Terenos Posto km 599  
Alcilândia Posto km 620  
Pedro Celestino Posto km 730  
Murtinho Posto km 786  
Cachoeirão Posto km 805  
Palmeiras Posto km 903  
Piraputanga Posto km 1229  
Camisão Posto km 1250  
Irmãos Maringoni Posto km 1338  
Aquidauana Presidente Dutra  
Guia Lopes Ribas do Rio Pardo  
Taunay Rio Branco  
Agachi Safira  
Duque Estrada Salobra  
Miranda
A ponte sobre o rio Miranda, entre Miranda e Salobra
Santa Virgínia  
Salobra Sete Voltas  
Coronel Juvêncio Sidrolândia  
Guaicurus Tamanduá  
Porto Carrero Taunay  
Bodoquena Terenos  
Posto km 1229 Três Lagoas  
Carandazal Urucum  
Posto km 1250    
Agente Inocêncio
>>
Saída para o ramal de Porto Esperança
 
Porto Esperança

A velha ponte sobre o Paraguai ainda existe e funciona para os cargueiros chegarem a Porto Esperança. Foto OESP, 10/10/2004
Albuquerque    
Generoso Ponce    
Antonio Maria Coelho    
Urucum    
Posto km 1338    
Corumbá    
Porto Ladário    
     
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