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Mota Paes
Pinhal
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ramal de Pinhal - 1935
IBGE-1960
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1999
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| Cia. Mogiana de
Estradas de Ferro (1889-1960) |
PINHAL
Município de Espírito Santo
do Pinhal, SP |
| Ramal de Pinhal - km 36,238 (1938) |
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SP-2298 |
| Altitude: - |
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Inauguração: 01.10.1889 |
| Uso atual: sede de cooperativa (1999) |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1913 |
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| HISTORICO DA LINHA: O
ramal de Pinhal foi aberto em todas a sua extensão (37 quilômetros)
em 1889, partindo da estação de Mogi-Guaçu, no tronco da Mogiana,
e chegando até a estação de Pinhal, em Espírito Santo do Pinhal, perto
da divisa com Minas Gerais. Funcionou até 31/12/1960, quando foi extinto,
ficando os primeiros quatro quilômetros e meio servindo como desvio
industrial para a Refinações de Milho Brasil, em Mogi-Guaçu. Os trilhos
foram retirados somente em 1967, menos o desvio, que continuou por
alguns anos. |
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A ESTAÇÃO: A estação
original de Pinhal, construída pelo empreiteiro Nicolau
Rehder e também chamada, por algum tempo, com o mesmo nome
da cidade (Espírito Santo do Pinhal), foi aberta como ponta
do ramal do mesmo nome, em 1889.
"Meus pais, filhos de imigrantes italianos e nascidos no interior,
sempre me contaram estórias dos trens de suas regiões. (...) minha
mãe, nascida em Pinhal, ainda me conta detalhes vividos há mais de
setenta anos em torno da Mogiana, como a operação do girador e a espera
pelo trem que trazia sardinhas. Sardinhas frescas que, pelo
jeito, viajavam por três ferrovias, do Porto de Santos até a região
da Mogiana" (Edmilson Cinquini,
02/2008).
Um novo prédio foi entregue em 1913, de acordo com relatório da Mogiana
para esse ano: "Construído em Pinhal, no mesmo local
da estação antiga, que foi demolida, outro
edifício mais amplo, servindo para
estação, armazém e casa do chefe" (Relatório
da Mogiana, 1913).
Em 1939 (ato 1.144, de 20/7/1939), passou a se chamar definitivamente
Pinhal.
A estação foi fechada definitivamente, com o ramal, em 31/12/1960,
tendo sido transformada em estação rodo-ferroviária nesse ano (Relatório
da Mogiana, 1961 e OESP, 1/1/1961).
Não ficou nessa condição por muito tempo. Em 1999 servia como
sede de uma cooperativa, tendo sempre caminhões estacionados a seu
redor. Era uma estação conjugada com armazém, ocupando por isso uma
área bastante grande.
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AO LADO: Trens especiais para Campinas
em 1939 (O Estado de S. Paulo, 23/9/1939).
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AO LADO:
Reforma da praça da estação em 1939 (O
Estado de S. Paulo, 3/10/1939)
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AO LADO: Trens especiais Pinhal-São
Paulo em 1939 (O Estado
de S. Paulo, 16/11/1939)
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AO LADO:
A estação de Pinhal e seus momentos de glória,
em 1945 (Folha da Manhã, 23/8/1945)
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ACIMA: Quando o serviço postal dependia
do trem... seria assim em todos os lugares? (Folha da Manhã,
novembro de 1947). ABAIXO: A estação, no início
do século XX (Autor desconhecido - Album da Mogiana).

ACIMA: Reportagem de 1946 fala sobre Espirito
Santo do Pinhal - e mete o pau na linha férrea (que, com a
guerra, tornou-se deficiente"; "a viagem de Campinas a Pinhal
é morosa e dura quatro horas" e "temos uma esplêndida
linha de jardineiras que se acham em comunicação com
os trens da Paulista"... a Mogiana estava estourada, não
investia mais nos ramais e a imprensa não colaborava (O Estado
de S. Paulo, 2/3/1946).
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local;
Nilson Rodrigues; Folha da Manhã, 1945 e 1947; O Estado de
S. Paulo, 1939 e 1961; Cia. Mogiana: Relatórios anuais, 1875-1969;
Companhia Mogiana: Horário oficial dos trens de passageiros
e mistos a partir de 3-1-1967; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
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Estação de Pinhal, c. 1908. Foto do álbum
da Mogiana |

Estação de Pinhal, foto sem data. Cedida por Nilson
Rodrigues |

A estação em 14/09/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação em 14/09/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação em 14/09/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht
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A antiga estação de Pinhal, em 2000. Autor desconhecido |
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| Atualização:
29.05.2017
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