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VXY Mogiana em MG
Estações de Minas Gerais
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RMV-Cruzeiro-Juréia
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Freitas
Arenito
Conceição do Rio Verde
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Rede Sul-Mineira (1931)
Rede Mineira de Viação (1931-1965)
V. F. Centro-Oeste (1965-1975)
RFFSA (1975-1996)
ARENITO
Município de Conceição do Rio Verde, MG
Linha Cruzeiro-Juréia - km 106,137   MG-1323
  Inauguração: 01.01.1931
Uso atual: demolida   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
HISTORICO DA LINHA: A linha Cruzeiro-Tuiuti (depois Juréia) era originalmente parte da E.F. Muzambinho, que iniciou as atividades em 1887, entre Três Corações e Muzambinho, e parte da E. F. Minas e Rio, que operava o trecho Cruzeiro-Três Corações desde 1884, e que em 1908 incorporou a Muzambinho. Em 1910, esta foi uma das formadoras da Rede Sul-Mineira, que por sua vez formou a Rede Mineira de Viação, em 1931. Em 1965 esta formou a Viação Férrea Centro Oeste e foi finalmente transformada em divisão da Refesa em 1971. Na linha que unia a estação de Cruzeiro, no ramal de São Paulo da EFCB, a Juréia, terminal do ramal de Juréia, da Mogiana, o trecho final entre esta estação e Varginha já não tem mais seus trilhos. E o resto, com exceção de pequenos trechos operados pela ABPF, está tudo abandonado (2002). Os trens de passageiros foram suprimidos em 1964 entre Varginha e Juréia, em 1978 entre Varginha e Três Corações e em 1991 de Cruzeiro a Três Corações. De 1997 ao fim de 2001, operaram trens turísticos da ABPF a vapor entre Cruzeiro e Passa-Quatro. Também há tráfego operado pela ABPF entre Soledade de Minas e São Lourenço (2002).
 
A ESTAÇÃO: A estação foi aberta em 1931 com o nome de Raul Soares. Mais tarde seu nome foi alterado para Arenito. Depois da desativação a estação foi demolida. "Voltando de Freitas para Conceição do Rio Verde, passamos por um lugar muito perto da antiga estação de Arenito, da qual nem a plataforma sobrou. Da linha, mal se vêem os antigos postes telegráficos, e a guarita que aparece é na verdade um banheiro improvisado, construído ao lado de um santuário popular, onde ex-votos, flores, tocos de vela e algumas imagens sacras puídas homenageiam um sujeito que ali foi enterrado e passou a fazer milagres, depois de morto. Será que isso que nossas ferrovias precisam? De milagres?" (Douglas Razaboni, 07/2004)
     

A improvisada guarita e a linha que não se consegue mais ver. Foto Douglas Razaboni

     
Atualização: 30.03.2008
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.