|
|
|
E.
F. Oeste de Minas (1894-1931)
Rede Mineira de Viação (1931-1960) |
BARRA
DO PARAOPEBA
Município
de Morada Nova de Minas, MG |
| Linha do
Paraopeba - km 601,800 (1960) |
|
MG-0121 |
|
|
Inauguração: 01.02.1894 |
| Uso atual: n/d |
|
sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
|
| |
| HISTORICO
DA LINHA: A Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) foi aberta em 1880,
ligando com bitola de 0,76 cm as estações de Sitio (Antonio Carlos)
e Barroso. Mais tarde foi prolongada até São João Del Rey (1881),
atingindo Aureliano Mourão em 1887, onde havia uma bifurcação, com
uma linha chegando a Lavras em 1888 e a principal seguindo para o
norte atingindo finalmente Barra do Paraopeba em 1894. Dela saíam
diversos e pequenos ramais. A linha foi extinta em pedaços, tendo
sido o primeiro em 1960 (Pompeu-Barra) e o último, em 1984 (Antonio
Carlos-Aureliano), com exceção do trecho S.J. Del Rey-Tiradentes que
e conserva em atividade até hoje. Também se conserva o trecho Aureliano-Divinópolis,
ampliado para bitola métrica em 1960, ligando hoje Lavras a Belo Horizonte.
|
| |
A ESTAÇÃO:
A estação de Barra do Paraopeba foi inaugurada
em 1894 e era o ponto terminal da linha de bitola estreita da E. F.
Oeste de Minas. Dali saíam os barcos para a navegação
do rio São Francisco. A linha deveria cruzá-lo,
mas nunca o fez. Como o nome diz, ficava junto à foz do rio
Paraopeba no São Francisco. Por

ACIMA: No município de Morada Nova de Minas
(cuja sede está no canto esquerdo superior neste mapa parcial
do município), a mais de 30 km a sudeste, a estação
de Barra do Paraopeba aparece no final da linha da "bitolinha"
da EFOM, depois RMV, neste mapa de 1960, às vésperas
de seu fechamento, com acesso rodoviário pela sede do distrito
de Frei Orlando (Enciclopédia dos Municípios Brasileiros,
IBGE, vol. IX, 1960, p. 71).
algum tempo a estação chamou-se somente
Paraopeba, como mostrado na foto abaixo, de data desconhecida.
Em 1960, os trens de passageiros cessaram suas viages até essa
estação e a terminal passou a ser duas estações
antes, a de Pompeu. O trecho foi desativado na mesma data.
A construção da represa de Três Marias, no rio
São Francisco, terminada no início de 1961, muito possivelmente
inundou a área da linha do Paraopeba e suas estações
finais, além da de Clarindo.
(Fontes: Bruno N. Campos; Mucio Jansen Vaz: Estrada
de Ferro Oeste de Minas - Trabalho Historico-Descriptivo, 1922; Guia
Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Enciclopédia
dos Municípios Brasileiros, IBGE, vol. IX, 1960, p. 71;
Revista Ferroviária, agosto de 2000, p. 32) |
| |
|
|

A estação, ainda com o nome de Paraopeba, em 1922.
Foto do livro Estrada de Ferro Oeste de Minas - Trabalho
Historico-Descriptivo de Mucio Jansen Vaz (1922), cedida
por Bruno N. Campos |
|
|
| |
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
01.04.2009
|
|