Bauru-Garça - linha antiga
(São Paulo)

 

Cia. Paulista/Fepasa (1927-1976)

Bitola: métrica (até 1952);
larga - 1,60m (até 1976).


Estação de . (Foto EFBrasil)


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Estação de Garça

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Trem de passageiros, que foi operado pela Companhia Paulista e depois pela Fepasa. O trecho entre Bauru e Garça foi aberto primeiro até Piratininga (1905) e 22 anos depois chegou a Garça (1928) de onde continuou a se expandir. Os trens que por ali passavam faziam a linha inteira, vindos da estação da Luz, em São Paulo. Porém, com a característica desse trecho, cheio de curvas, e, a partir de 1952, com bitola alargada e a eletrificação até Cabrália, onde havia troca de locomotivas, tornou-se um trecho lendário para quem teve a chance de por ele andar num trem de passageiros. Em 1o de maio de 1976, o trecho foi suprimido e os trens de passageiros passaram a correr pela nova variante Bauru-Garça, em atividade até hoje para cargueiros, operados pela atual concessionária, a Ferroban.

MAPA
Origem da linha:
A linha foi aberta em seus primeiros trechos (Itirapina-Jaú) em 1887, pela E. F. Rio-Clarense. Com a aquisição desta pela Cia. Paulista (1892), a linha foi sendo continuada a partir de Dois Córregos pelo ramal de Agudos até atingir Piratininga (1905), Marília (1928), Tupã (1941) e Panorama (1961). Nesse meio tempo, houve retificações, fusão de ramais, eletrificação e ampliação de bitolas que resultaram no Tronco Oeste da Paulista, totalmente pronto com a chegada ao rio Paraná em 1961. Em 1976, com a construção de um trecho mais reto ligando as estações de Bauru e de Garça, a linha que passava pelo sul da serra das Esmeraldas foi desativada e os trilhos logo retirados.

Comentários:


O trem R da Paulista, tracionado por uma Alco RSC3, parte de Garça no sentido de Gália, em 1956, já puxado por uma locomotiva diesel. (Foto cedida por José Henrique Bellorio)