| Trem Ouro Preto-Mariana
(2006) (Minas Gerais) |
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RFFSA
(2006)
Bitola: métrica.
Acima, a estação de Ouro Preto, em 2006, de onde parte o trem. Abaixo, Mariana, estação terminal do trem turístico (Fotos Gutierrez L. Coelho).
Veja também: Ramal da Ponte Nova Trem dos Inconfidentes (1986-1998) Contato com o autor Indice Nota: As informações contidas nesta página foram coletadas em fontes diversas, mas principalmente por entrevistas e relatórios de pessoas que viveram a época. Portanto é possível que existam informações contraditórias e mesmo errôneas, porém muitas vezes a verdade depende da época em que foi relatada. A ferrovia em seus 150 anos de existência no Brasil se alterava constantemente, o mesmo acontecendo com horários, composições e trajetos (o autor). |
Trem turístico que corre num pequeno trecho de 17,5 quilômetros entre as estações de Ouro Preto e de Mariana, no antigo e extinto ramal da Ponte Nova, a partir de 05 de maio de 2006. É tocado pela Ferrovia Centro-Atlântica, depois de ter reposto os trilhos e reformado as 4 estações da linha. | Percurso:
Ouro Preto a Mariana, passando por esse trecho do ramal da Ponte Nova. Origem da linha: Ouro Preto - Mariana - 1914. Totalmente reformada em 2006. |
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Trem turístico a vapor, com
seis carros de aço, sendo um deles panorâmico. Começou
a operar em 05/05/2006, inaugurado pelo mais triste, patético
e cara-de-pau dos presidentes da República que este País
já teve, cujo nome nem me disponho a colocar aqui, e que pronunciou
uma frase de incrível ignorância em que criticou os antecessores
pela decadência da maria-fumaça, como se os trens a vapor
fossem o que há de mais moderno em tecnologia ferroviária.
De qualquer forma, é um trem turístico, puxado por uma
sempre impressionante locomotiva a vapor, uma Santa Fé fabricada
pela Skoda checa e que, vendida à Argentina, foi trazida em
um lote para a E. F. Teresa Cristina, em Santa Catarina, em 1980,
onde dez anos depois acabou seus dias... até ser resgatada
para fazer este trecho mineiro. (Fontes: Gutierrez L. Coelho; José
Emílio Buzelin; Henrique N. Castro) |
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