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Rede Ferroviária
do Nordeste (c.1963-1975)
RFFSA (1975-1996) |
SALGUEIRO
Município de Salgueiro, PE |
| Linha Centro - km 609 (1965) |
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PE-3420 |
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Inauguração: c.1963 |
| Uso atual: abandonada |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A Estrada
de Ferro Central de Pernambuco foi aberta em 1885, de Recife a Jaboatão,
pela Great Western do Brasil, empresa inglesa que mais tarde viria
a incorporar quase todas as ferrovias de Pernambuco, estendendo-se
pelos Estados limítrofes. Aos poucos, a linha foi sendo estendida,
somente chegando ao seu extremo, em Salgueiro, no ano de 1963, sem
se entroncar com linha alguma na região. Antes disso, em 1950,
a União incorporou a rede da Great Western, que passou a se
chamar Rede Ferroviária do Nordeste. A EFCP passou a se chamar
Linha Centro. Esta linha, que como toda a RFN passou a ser controlada
pela RFFSA a partir de 1957, passou a ser operada por esta a partir
de 1975. Em 1983, os trens de passageiros foram suprimidos e mantidos
apenas no trecho entre Recife e Jaboatão, como trens de subúrbio.
Atualmente (2005), de Jaboatão para a frente, a linha está
abandonada, sem movimento ferroviário por parte da CFN, concessionária
da linha desde 1997. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Salgueiro foi inaugurada entre os anos de 1963 e 1965. É
a única que não segue o mesmo estilo das estações
construídas no trecho Serra Talhada a Salgueiro.
É o fim da linha. Jamais houve um prolongamento, que, em princípio,
deveria atingir o sul do Ceará e se encontrar com a antiga
E. F. Baturité, da RVC. A estação parece estar
abandonada. As casas de turma estão literalmente em ruínas.
Neste início de 2006, fala-se em prolongar a linha até
Missão Velha, próxima a Juazeiro do Norte,
onde passa a linha da antiga E. F. Baturité, e essa seria a
Transnordestina da qual se fala há 100 anos. Mas a antiga linha
da Central de Pernambuco está abandonada e em muitos trechos
com trilhos roubados. Nela, somente circulam trens até muito
longe de Salgueiro, e é até Jaboatão,
trens do metrô do Recife. Dali para a frente, até
Caruaru, o trem do Forró, que por ali passava até
2001. teve de mudar sua rota, pois o leito estava em pandarecos. Este
é o Brasil. Tudo se joga fora, tudo se reconstrói, pois
o povo não nega impostos.
(Fontes: Luiz Ruben F. de A. Bonfim; Guias Levi, 1932-79;
Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação, em 2002. Acervo Luiz Ruben F. de A.
Bonfim |

A estação, em 2002. Acervo Luiz Ruben F. de A.
Bonfim |
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| Atualização:
25.09.2011
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