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Iacri
Parapuã
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Tronco oeste CP - 1970

IBGE-1973 - ced. Elly Jr.
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 1977
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Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1949-1971)
FEPASA (1971-1998)
IACRI
Município de Iacri, SP
tronco oeste - km 563,642 (1957)   SP-2036
Altitude: 503,140 m   Inauguração: 01.04.1949
Uso atual: moradia (2017)   com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1989
 
HISTORICO DA LINHA: O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista. Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado, suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998 operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Iacri foi aberta em 1949.

Em 1986, dizia o relatório da Fepasa que "estava depredada, recomendava-se a sua demolição e venda do material".

Em 1989, essa estação, de madeira, foi derrubada e uma nova, em alvenaria, foi construída e houve até festa de inauguração, com trem de passageiros e tudo.

Em 2006 já estava totalmente abandonada. "A situação calamitosa da estação Iacri continua, com o mato dominando tudo, principalmente o leito da ferrovia. Ao entrar na cidade de Iacri pela rodovia, atravessa-se a passagem de nível. Ali a prefeitura daquele município roçou o leito férreo por cerca de cem metros de cada lado. Pura aparência para os visitantes que chegam. Percebe-se que em vários pontos houve queimadas no mato, sendo que a grande maioria dos dormentes foi inutilizada. Ficaram ocos e muito frágeis. Muitos dos cravos que seguram os trilhos aos dormentes também estão soltos. Com meu próprio peso, subindo no trilho, sinto certo balanço. Creio que apenas os trilhos poderiam ser reaproveitados, mesmo assim com rigorosa seleção. Toda vez que vou àquela região tenho sentimentos de revolta" (Dalton Scavassa, 02/2006).

Em 2017 estava sendo utilizada como moradia.

(Fontes: Silvio Rizzo; Antonio Carlos Belviso; Hermes Y. Hinuy; André Benetti; FEPASA: Relatorio de Instalações Fixas, 1986; Álbum do 25o Aniversário da Fundação de Bastos, junho de 1953; IBGE;Mapa - acervo R. M. Giesbrecht))
     

A estação original de Iacri em 1953, com o lotação para Bastos esperando passageiros do trem. Foto do "Álbum do 25o Aniversário da Fundação de Bastos - Junho de 1953"

A estação em 1960. Acervo Hermes Y. Hinuy

Estação original de Iacri, em 1986. Foto do relatório da Fepasa, 1986

Estação original de Iacri, em 1986. Foto do relatório da Fepasa, 1986

A estação atual sendo inaugurada em 1989. Foto do acervo de Antonio Carlos Belviso

Estação de Iacri, recebendo trens de passageiros, em 21/12/1993. Foto Hermes Hinuy

A estação de Iacri, abandonada, em 30/08/2001. Foto Hermes Y. Hinuy

A estação abandonada em 2002. Foto Hermes Y. Hinuy

A estação em outubro de 2007. Foto André Benetti

A estação em 25/2/2017. Foto Silvio Rizzo
   
     
Atualização: 26.02.2017
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.