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Minduí
Mallet
Dorizon
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IBGE - 1957
Itararé-Uruguai, PR- 1965
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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C. E. F. São
Paulo-Rio Grande (1903-1942)
Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (1942-1975)
RFFSA (1975-1994) |
MALLET
Município de Mallet, PR |
| linha Itararé-Uruguai - km 433,991
(1936) |
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PR-0078 |
| Altitude: 835 m |
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Inauguração: 01.12.1903 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1903 |
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| HISTORICO DA LINHA: A
linha Itararé-Uruguai, a linha-tronco da RVPSC, teve a sua
construção iniciada em 1896 e o seu primeiro trecho
aberto em 1900, entre Piraí do Sul e Rebouças, entroncando-se
em Ponta Grossa com a E. F. Paraná. Em 1909 já se entroncava
em Itararé, seu quilômetro zero, em São Paulo,
com o ramal de Itararé, da Sorocabana. Ao sul, atingiu União
da Vitória em 1905 e Marcelino Ramos, no Rio Grande do Sul,
divisa com Santa Catarina, em 1910. Trens de passageiros, inclusive
o famoso Trem Internacional São Paulo-Montevideo, este entre
1943 e 1954, passaram anos por sua linha. Os últimos trens
de passageiros, já trens mistos, passaram na região
de Ponta Grossa em 1983. Em 1994, o trecho Itararé-Jaguariaíva
foi erradicado. Em 1995, o trecho Engenheiro Gutierrez-Porto União
também o foi. O trecho Porto União-Marcelino Ramos somente
é utilizado hoje eventualmente por trens turísticos
de periodicidade irregular e trens de capina da ALL. O trecho Jaguariaíva-Eng.
Gutierrez ainda tem movimento de cargueiros da ALL. |
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A ESTAÇÃO: A estação
foi aberta como Marechal Mallet, em 1903. Deu origem à
cidade. Alguns afirmam que o nome homenageava um francês que
lutou pelo exército brasileiro na Guerra do Paraguai. Porém,
considerando que as estações do trecho entre Riozinho
(depois Engenheiro Gutierrez) e União da Vitória
foram inauguradas no meio de nada, dando muitas delas origem a cidades
de hoje, e que por estarem longe de tudo receberam nomes de personalidades
da época, como Paula Freitas, Roberto Helling,
Roxo Roiz (esta, mais perto de Ponta Grossa), Louis
Dorizon e Paulo de Frontin, é de se supor, ou quase
ter certeza, que o nome da estação de Marechal Mallet,
hoje apenas Mallet, foi dado em nome ao Ministro acima, e não
ao tal marechal francês que combateu do lado brasileiro na Guerra
do Paraguai. Mais tarde o nome foi simplificado para Mallet.
A estação sempre foi de madeira até ser demolida,
em janeiro de 1993. Os trilhos foram retirados no trecho por volta
de 1996. Vilson Luis Zvir enviou uma foto (ver abaixo) do pátio
e da cidade em 1948: "Nela aparece em primeiro plano, bem
abaixo e um pouco à direita, o depósito da estação,
mais para a esquerda há dois barracões que eu não sei o que
eram; pode se ver uma casa da vila ferroviária, vagões no desvio,
e uma composição provavelmente recolhendo passageiros, pois está na
linha principal. Da estação só aparece o telhado, porque está encoberta
pelo depósito de mercadorias. Subindo um pouco mais acima na
margem direita da foto aparece o bar do "Carole" é aquele que na água
do telhado tem quatro janelinhas, e esse foi durante anos um grande
ponto de encontro na cidade, quando começou a circular na cidade os
primeiros ônibus, foi aí o terminal rodoviario de Mallet, até
o final dos anos 80. Um pouco mais acima, também do lado direito,
aparece a prefeitura municipal, é o prédio branco de dois pavimentos,
encostado a enormes árvores. E na parte mais alta da foto quase
no centro aparece a Igreja Ucraniana, ainda sem a cúpula, e
é o predio branco de telhado bem inclinado, arrodeado de arvores por
todos os lados".
(Fontes: Luciano Pavloski; Vilson Luiz Zvir; Flavio
Cavalcanti; Paulo Castagnet; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil,
1960; Guias Levi, 1909-1980; RVPSC - Horário dos Trens de Passageiros
e Cargas, 1936; Mapas - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação de Marechal Mallet, por volta de 1905.
Cartão postal. Autor desconhecido |

Estação de Marechal Mellet, provavelmente anos
1930. Autor desconhecido. Cessão Flávio Cavalcanti |

Pátio, em primeiro plano, e a cidade de Mallet em 1948.
A estação está encoberta pelo armazém,
somente dá para ver parte do telhado. Foto cedida por
Vilson Luiz Zvir |

A estação em 1980. Foto cedida por Luciano Pavloski |

A plataforma (da direita) era da estação demolida,
em 6/8/2000. A da esquerda, do armazém. Foto Luciano
Pavloski |
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| Atualização:
04.07.2015
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