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Cia. Ferroviária
São Paulo-Goiaz (1931-1950)
Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1950-1969) |
RIBEIRO
DOS SANTOS
Município de Olímpia, SP |
| Linha-tronco SPG - km 89,779 |
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SP-2262 |
| Ramal de Nova Granada - km 89,779 |
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Inauguração: 06.1931 |
| Uso atual: moradia |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A Companhia
Estrada de Ferro São Paulo-Goiaz começou a operar em 1910 ou 1911,
dependendo da fonte, com a intenção de levar os trilhos até Goiás,
partindo da estação de Bebedouro. As linhas também seguiriam dessa
estação da Paulista até a estação de Passagem nos anos seguintes.
Em 1914, a empresa faliu e em 1916 foi constituída a partir da massa
falida, que continuava operando, a Cia. Ferroviária São Paulo-Goiaz.
Nessa altura, a linha seguia de Passagem a Villa Olímpia (Olímpia),
passando por Bebedouro, com um ramal saindo de Ibitiúva a Terra Roxa.
Em 1927, a Paulista comprou todo o trecho entre Passagem e Bebedouro,
incluindo o pequeno ramal; a CFSPG passou a operar apenas o trecho
Bebedouro-Olímpia, que em 1931 foi esticado até Nova Granada. A ferrovia,
de bitola métrica, que deveria cruzar a fronteira próximo a Icem,
na Cachoeira do Marimbondo, nunca passou de Nova Granada nem chegou
a Goiás. Em 1950, a Cia. Paulista a adquiriu e a transformou no ramal
de Nova Granada. Este, depois de receber pesados investimentos durante
os dez anos seguintes, acabou por ter o trecho final (Olímpia-Nova
Granada) suprimido pela Paulista já estatal, em 1966, e em 2/1/1969,
todo a linha restante também foi extinta. Os trilhos e as propriedades
foram arrancados e vendidas pouco tempo depois. Dela pouca coisa restou,
tendo a grande maioria das estações sido demolida. |
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| A ESTAÇÃO: A estação de
Ribeiro dos Santos foi aberta em 1931. Era uma vilazinha, que
mais tarde se tornou distrito do município de Olímpia. Em 1950
passou a pertencer ao ramal de Nova Granada, com a compra da
São Paulo-Goiaz pela Cia. Paulista. Em 1966, foi desativada
juntamente com o trecho Olímpia-Nova Granada. "Situada
já no fim da vilazinha, a estação foi dividida e transformada em moradia,
por duas famílias. Está mal conservada, não tem mais a cobertura da
plataforma e seu pátio foi transformado em horta. Mandioca, chuchu,
quiabo e o escambau ocupam agora o espaço dos trilhos e dormentes."
(Douglas Razaboni, 04/2003) |
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A estação de Ribeiro dos Santos, em 04/2003. Foto
Douglas Razaboni |

A estação de Ribeiro dos Santos, em 04/2003. Foto
Douglas Razaboni |

A estação de Ribeiro dos Santos, em 04/2003. Foto
Douglas Razaboni |
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| Atualização:
08.08.2010
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