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VXY Mogiana em MG
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Pindaíba

Dores do Indaiá
Melo Viana
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Paracatu (1922-1931)
Rede Mineira de Viação (1931-1965)
V. F. Centro-Oeste (1965-1968)
DORES DO INDAIÁ
Município de Dores do Indaiá, MG
Ramal de Paracatu - km 1.036,360 (1960)   MG-1433
Altitude:   Inauguração: 28.12.1922
Uso atual: bar e moradia   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
HISTORICO DA LINHA: A E. F. Paracatu partia originalmente da estação de Velho da Taipa, na bitola estreita (0,76 cm) da EFOM. Em 1927 chegou a Melo Viana e no sentido oposto já atingia Água Suja e Pará de Minas, juntando-se com a linha da EFOM de bitola métrica que ligava Belo Horizonte a Garças, na hoje estação de Azurita. Em 1931, a estrada foi incorporada à EFOM para formar a RMV - Rede Mineira de Viação e passou a se chamar ramal de Paracatu. Atingiu em 1937 Barra do Funchal, mas jamais chegou à cidade que lhe deu o nome, Paracatu. Em 1968, foi erradicado o trecho Bom Despacho-Barra do Funchal, e, em 1994, o restante do ramal.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Dores do Indaiá foi inaugurada pela E. F. Paracatu em 1922.

Foi desativada em 1968, com a erradicação definitiva do trecho Bom Despacho-Barra do Funchal.

O prédio da antiga estação ainda existia em 2002, segundo informações de Ana Cláudia Vargas. Funcionava então como bar e moradia, de acordo com Márcio Alves Vasconcellos.

1925
AO LADO: Inundação na linha do ramal, próxima a Dores do Indaiá (O Estado de S. Paulo, 9/1/1925).

1925
AO LADO: Três dias mais tarde e tudo estava resolvido (O Estado de S. Paulo, 12/1/1925).

(Fontes: Márcio Alves Vasconcellos; Ana Cláudia Vargas; O Estado de S. Paulo, 1925; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960)
     

A estação, talvez anos 1960. Autor desconhecido

A estação em 2002. Autor desconhecido
   
     
Atualização: 18.11.2017
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.