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E.
F. Goyaz (1918-1920)
E. F. Oeste de Minas (1920-1931)
Rede Mineira de Viação (1931-1965)
V. F. Centro-Oeste (1965-1975)
RFFSA (1975-1996) |
SALITRE
Município
de Serra do Salitre, MG |
| Linha-Tronco
- km 865,761 (1960) |
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MG-2792 |
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Inauguração: 17.06.1918 |
| Uso atual: n/d |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: A linha-tronco da RMV foi construída originalmente pela
E. F. Oeste de Minas a partir da estação de Ribeirão Vermelho, onde
a linha de bitola de 0,76 chegou em 1888. A partir daí, a EFOM iniciou
seu projeto de ligar o sul de Goiás a Angra dos Reis, passando por
Barra Mansa por bitola métrica: construída em trechos, somente em
1928 a EFOM chegou a Angra dos Reis, na ponta sul, e no início dos
anos 1940 a Goiandira, em Goiás, na ponta norte, e já agora como Rede
Mineira de Viação. A linha chegou a ser eletrificada entre Barra Mansa
e Ribeirão Vermelho, e transportou passageiros até o início dos anos
1990. Nos anos 1970, o trecho final norte entre Monte Carmelo e Goiandira
foi erradicado devido à construção de uma represa no rio Paranaíba,
e a linha foi desviada para oeste encontrando Araguari. Hoje (2003)
a linha, já não mais eletrificada, é operada pela concessionária FCA.
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A ESTAÇÃO:
A estação de Salitre foi aberta pela E. F. Goiaz,
em

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1918. Em 1920, a E. F. Oeste
de Minas assume a massa falida da E. F. Goiaz e integra o
trecho à sua linha-tronco. A
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| Ao lado, o antiqui-quissimo
dístico da extinta Oeste de Minas (em 1931) sobrevive
numa das paredes da antiga casa do agente de Salitre (Foto Pedro
Paulo Rezende, agosto de 2009). |
estação ainda está de
pé em agosto de 2009. "Mês passado estive em Salitre
e fiz essas fotos. O pátio estva sendo limpo e creio que deve ser
para atender às obras do projeto da rocha fosfática. Segundo apurei,
uma empresa vai se instalar na região para explorar uma imensa jazida
do minério e irá transformar o povoado num canteiro de obras. Com
certeza a vida pacata ali vai acabar. Isso significará muitos e muitos
trens da FCA rodando por ali, além dos muitos trens de grãos que passam
por ali diariamente. Na casa do agente encontram-se as inicias da
Oeste de Minas, único do gênero que já vi por aí. Junto ao pátio vemos,
ainda, as instalações de um imenso frigorífico dos bons tempos dos
trens de gado. Hoje está abandonado e sem uso previsto" (Pedro
Paulo Rezende, 9/2009).
(Fontes: Pedro Paulo Resende, 2009; Gutierrez L. Coelho;
Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil, 1960) |
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A estação, em 2003. Foto Gutierrez L. Coelho |

A estação em 8/2009. Foto Pedro Paulo Rezende |
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| Atualização:
19.12.2009
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