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Piratininga
Alba
Brasília
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Tronco oeste CP-1970
IBGE-1970
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2000
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Cia. Paulista de
Estradas de Ferro (1924-1971)
FEPASA (1971-1976) |
ALBA
(antiga AMÉRICA)
Município de Piratininga (1924-2008),
SP |
| Ramal de Agudos original - km 123,107 |
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SP-0792 |
| tronco oeste - km 360,772 (1957) |
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Inauguração: 09.02.1924 |
| Uso atual: moradia |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1929 |
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| HISTORICO DA LINHA: O chamado
tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até
o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir da retificação das
linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente
construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade
da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e
de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã,
foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do rio Paraná,
onde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também
foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que
alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista. Em 1976,
já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e
Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado,
suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação
até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998
operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente
até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos. |
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A ESTAÇÃO: A estação
foi aberta em 1924, aparentemente com uma construção provisória, e
com o nome de América, nome de uma fazenda próxima (Santa
Maria da América). O prédio atual somente foi inaugurado em 1/7/29.
Em 1/9/1933, o nome foi alterado para Alba. Nessa época, fazia
parte do prolongamento do ramal de Agudos, e foi a primeira
das estações desbravadoras do sertão da Paulista. Ela tinha o nome
começando com a letra "A": a regra definida pela Companhia iria, a
partir desta estação, nomear todas as estações que fossem sendo plantadas
usando a ordem alfabética. Em 1941, passou a fazer parte do tronco
oeste, criado nesse ano. Alguns anos mais tarde, e a bitola larga
chegou, junto com a eletrificação da linha. Em 1976, entretanto, com
a inauguração da então chamada de variante Bauru-Garça, feita
pela Fepasa, Alba foi desativada (01/05/1976) e perdeu os trilhos.
Passou a servir de moradia, vendida que foi pela ferrovia, que retirou
tudo que dela se lembrasse do local, que é muito simples, não tendo
mais do que uma única rua de terra e poucas casinhas. Mas o prédio
está bem cuidado, embora a cobertura da plataforma original tenha
ido de embrulho... No dia das fotografias (20/05/1999), tiradas com
autorização do então proprietário, estava também por ali um
morador da vila, que contou que era de Lucélia, e morava ali
há pouco tempo, e que nem se lembrava mais de quantas vezes passou
de trem por ali. Histórias do passado. A estação foi
vendida há poucos anos atrás. Em dezembro de 2009 Adriano
Martins esteve lá. O prédio foi reformado e a estação
esstá irreconhecível. O ambiente ferroviário
acabou de vez. Somente se pode lembrar dele pelo armazém, ainda
com o estilo Paulista, mas abandonado. Mas, sem eletrificação,
sem trilhos, sem plataforma, sem estação reconhecível,
com um jardim cuidado em volta, plantas bonitas... o local é
bonito, mas não há mais Alba, ela é somente
história.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Adriano
Martins; José H. Bellorio; José Pascon Rocha; Ricardo
Frontera; Cia. Paulista: relatórios oficiais, 1900-69; IBGE,
1970; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação de Alba, ao fundo, ainda operacional,
em 1976. Foto José Pascon Rocha |

Alba em 1984. Parecia que o mundo havia se esquecido dela. Foto
José H. Bellorio |

Alba, em 20/05/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht |

Alba, em 20/05/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht |

Alba, em novembro de 2000. Foto Ricardo Frontera |

Armazém de Alba, em 11/2000. Foto Ricardo Frontera |
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| Atualização:
12.10.2011
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