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E.
F. Lorena-Benfica (1903-1921)
E. F. Central do Brasil (1921-1975)
RFFSA (1975-1978) |
CORONEL
BARREIROS
Município
de Lorena, SP |
| ramal de
Piquete - km 291,028 |
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SP-1107
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Inauguração: 1903 |
| Uso atual: demolida |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolido) |
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| HISTORICO
DA LINHA: O ramal de Piquete, em bitola métrica e originalmente
chamado de E. F. Lorena-Benfica, foi inaugurado no trecho da estação
de Lorena, na EFCB, até Piquete em 1906 para atender um pedido
do Exército para ter transporte para a fábrica de explosivos
naquela localidade. Em 1907, foi concluído, com uma linha exclusiva
para a fábrica. O transporte de passageiros somente era feito
entre Lorena e Piquete, e daí para a frente o ramal era exclusivo
do Exército. De qualquer forma, o ramal deveria ter sido unido
com a estação de Delfim Moreira, já em Minas
Gerais e relativamente próxima a Piquete, mas o projeto não
vingou. Nessa época, a ferrovia já pertencia à
Central do Brasil desde 1921. Nos anos 70, o transporte de passageiros
foi estendido até a fábrica, mas em 1978 os trens de
passageiros foram definitivamente suprimidos. Fontes da cidade citam
que a desativação definitiva do ramal ocorreu em 1985.
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| A ESTAÇÃO:
A estação de Coronel Barreiros levava o nome
(Vicente Barreiros) de um fazendeiro dono de terras na região,
no final do século XIX. Ele trabalhou para a E. F. Dom Pedro
II, depois Central do Brasil, em 1886, como empreiteiro.
Antes e depois desta estação, o trem cruzava o rio Fortaleza;
duas vezes, portanto. A estação funcionou até
a supressão dos trens de passageiros, em 1978. Coronel Barreiros
era uma pequena estação muito bonita, e havia até um pequeno comércio
ao redor dela. Hoje só existe uma escola por ali, uma casa e mais
nada. Ficou um vazio. (Fontes: Marco Giffoni, Caçapava,
SP; Christoffer R.; Guias Levi, 1941-1980; Celeste
Aida Rosa, Piquete, SP, 06/2005; Max Vasconcellos, "Vias
Brasileiras de Comunicação", 1947) |
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A estação, em 1904. Foto do acervo de Ercio Molinari,
cedida por Marco A. Giffoni |

Plataforma da estação, coberta de mato, em 2003.
Foto Marco A. Giffoni |
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| Atualização:
04.04.2006
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