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| Cia. Mogiana de
Estradas de Ferro (1939-1961) |
CRISTIANO OSÓRIO
Município de Jaguariúna, SP |
| Linha-tronco original - km 45,090 (1960) |
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SP-0026 |
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Inauguração: 01.03.1939 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: c.1939 (já demolido) |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco
da Mogiana teve o primeiro trecho inaugurado em 1875, tendo chegado
até o seu ponto final em 1886, na altura da estação de Entroncamento,
que somente foi aberta ali em 1900. Inúmeras retificações foram feitas
desde então, tornando o leito da linha atual diferente do original
em praticamente toda a sua extensão. Em 1926, 1929, 1951, 1960, 1964,
1972, 1973 e 1979 foram feitas as modificações mais significativas,
que tiraram velhas estações da linha e colocaram novas versões nos
trechos retificados. A partir de 1971 a linha passou a ser parte da
Fepasa. No final de 1997, os trens de passageiros deixaram de circular
pela linha. |
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| A ESTAÇÃO: "O movimento
de trens que vinha há muito sendo prejudicado com a grande
distancia entre Guedes e Ressaca foi atendido com a sua subdivisão
e com a instalação em caráter provisório
de um posto no km 46, denominado Cristiano Osório, como justa
homenagem a este ilustre e prestimoso cidadão recentemente
falecido" (Relatório Mogiana, 1939). Inaugurada
em 1939, a estação de Cristiano Osório
sempre foi um posto telegráfico. Era uma casinha de madeira, como
o era o posto de Brejão, aberto alguns anos antes mais
à frente na linha. Refletia a parca situação
financeira da Mogiana na época. Pedro Abrucés,
ferroviário aposentado residente em 2003 em Jaguariúna,
lembra-se dela; ele conta que estava lá, dentro do posto, construindo
um fogão, na manhã de 25 de agosto de 1954, quando alguém
chegou com a notícia de que o Presidente Getúlio
Vargas havia se suicidado momentos antes. O posto foi fechado
em 1961 (*Relatório da Cia. Mogiana, 1961). Curiosamente,
existem várias fontes que dão o nome da estação
como sendo Cristiano Ottoni (que foi um antigo presidente da
Central do Brasil), mas o nome correto era Osório, que
homenageava um fazendeiro da região de São João
da Boa Vista. Com a variante Guedes-Mato Seco, aberta em
1979, o local ficou definitivamente fora da linha original. Todas
as informações da região dizem que o prédio foi demolido, estando
hoje coberto pelos canaviais da região. (Fontes: Pedro Abrucés,
2004; Bruno Arielba; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960;
Relatórios oficiais anuais da Cia. Mogiana) |
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| Atualização:
21.07.2010
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