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Barão Ataliba Nogueira
Eleutério
Sapucaí
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ramal de Itapira-1950
IBGE-1960
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2014
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Cia. Mogiana de
Estradas de Ferro (1891-1971)
FEPASA (1971-1990) |
ELEUTÉRIO
Município de Itapira, SP |
| Ramal de Itapira - km 46,086 |
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SP-0135 |
| Altitude: 676 m |
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Inauguração: 19.09.1891 |
| Uso atual: industria metalúrgica (2014) |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1891 |
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| HISTORICO DA LINHA: O ramal da
Penha foi inaugurado em 1882, com 20 quilômetros, até antiga Penha
do Rio do Peixe (Itapira). O trecho de Itapira até Eleutério foi construído
pela E. F. Sapucaí, mas encampado pela Mogiana, que não concordou
com a posição de ceder sua zona privilegiada. Em 1891, o ramal, agora
de Itapira, já chegava a Eleutério. Em 1898, chegou a Sapucaí, já
em Minas Gerais, onde se encontrava, agora sim, com a E. F. Sapucaí.
O transporte de passageiros durou até 1976, e cargas passaram até
uns dez anos depois. Com a supressão da linha mineira, o ramal perdeu
a função e foi desativado, tendo seus trilhos sido retirados em 1990,
já abandonados. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Eleutério foi aberta em 1891. Ficava próxima
à divisa de Minas, pouco antes do rio Eleutério,
tendo sido o trecho após Itapira, incluindo as duas
novas estações, construído pelos empreiteiros
José Monteiro e Joaquim Santiago. A linha da
Mogiana ia até este rio, e após, ficou aguardando a
junção com a E. F. Sapucaí, com a qual
estabeleceria tráfego mútuo.
Em 23/11/1909, o jornal O Estado de S. Paulo noticiava a nomeação
de uma professora substituta em Eleutério, mostrando
que lá já havia uma escola.
Para ler sobre a Revolução de 1932 em Eleutério,
clique aqui.
Muitos moradores da vila, um bairro afastado de Itapira cerca
de dois quilômetros antes da divisa com Minas Gerais, usavam o trem
para estudar em Itapira.
O pátio desta estação era muito grande, e em 1999, quando lá
estive a primeira vez, estava em terraplanagem, ao que parece para
a construção de uma praça no local. O seu pátio tinha um girador
de locomotivas, que já havia sido retirado.
A estação, a uns 1.500 metros da estrada Itatiba-Jacutinga,
à sua esquerda, estava em 2014 descaracterizada, antes ocupada por
uma fábrica de doces e licores, e mais tarde, pela Metalúrgica
Solano. A plataforma de embarque foi coberta e fechada, e as divisórias
internas, todas eliminadas, sobrando apenas parte dos pisos originais
das diferentes divisões. O armazém, maior, fica ao lado, cercado,
sendo depósito de materiais. Também estava descaracterizado.

ACIMA: Esquema do pátio de Eleutério
em novembro de 1968 (Clique sobre a figura para ter maiores informações)
(Acervo Museu da Companhia Paulista, Jundiaí, SP - Reprodução
Caio Bourg). ABAIXO: A estação e as tropas paulistas
durante a Revolução de 1932 (Foto A GAZETA, agosto de
1932 - acervo http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com - Ricardo Della
Rosa).

ACIMA: Cabeceiras de pedra da antiga ponte ferroviária
sobre o rio Elleutério, por onde passa a divisa dos estados
de São Paulo e Minas Gerais. A ponte, metálica, foi
retirada com os trilhos (Foto João Carlos Reis Pinto em dezembro
de 2011).
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local;
Luiz J. Lahuerta; Kelso Medici; Ricardo Della Rosa;
http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com; A Gazeta, 1932; O
Estado de S. Paulo, 1909; Cia. Mogiana, Álbum, 1910; Cia. Mogiana,
relatórios oficiais, 1875-1969; Cia. Mogiana: relatório
oficial de estações, 1937; IBGE, 1960; Mapa - acervo
R. M. Giesbrecht) |
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Eleutério, c. 1910. Foto do álbum da Mogiana |

A estação, ainda em atividade, foto sem data.
Acervo Kelso Medici |

A estação em 1982. Foto
Luiz J. Lahuerta |

A estação em 1982. Foto
Luiz J. Lahuerta |

O pátio, em 18/03/1999, com a estação ao
fundo. Foto Ralph M. Giesbrecht |

Eleutério, em 18/03/1999. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação em 13/4/2010. Foto João Carlos
Reis Pinto |

A estação em 2014. Foto Ralph M. Giesbrecht |
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| Atualização:
11.08.2016
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