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Capivari
Emílio Ribas
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2005
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| E. F. Campos do
Jordão (1924-2012) |
EMÍLIO
RIBAS
Município de Campos de Jordão,
SP |
| Linha-tronco - km 42,8 |
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SP-0130 |
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Inauguração: 17.11.1924 |
| Uso atual: fechada |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1924 |
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| HISTORICO DA LINHA: A E. F. Campos
do Jordão foi aberta a partir da estação ferroviária
de Pindamonhangaba, na E. F. Central do Brasil, pelos médicos
sanitaristas Emílio Ribas e Victor Godinho em 1914, para o
transporte de doentes respiratórios para o hospital na então
vila de Campos do Jordão. Um ano depois a ferrovia, com problemas
financeiros, foi encampada pelo Governo do Estado. Os primeiros trens
eram a vapor, substituídos por trens a gasolina em 1916 e pelos
elétricos em 1924. A partir dos anos 1980 passou a ser uma
ferrovia apenas de turismo, sendo que o trecho da baixada, até
Piracuama, continuou a atender até hoje trens de subúrbio
da cidade de Pindamonhangaba. No trecho da ferrovia que fica na área
urbana de Campos do Jordão, bondes elétricos fazem também
o percurso. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Emilio Ribas, ponta de linha da E.F. Campos do Jordão,
foi inaugurada em 1924, em novembro, ou em setembro, como afirmam
algumas literaturas. Ficava 4 km depois da antiga estação
terminal, Abernéssia, que era o centro comercial da
cidade. O nome Emílio Ribas era uma homenagem a um dos
médicos fundadores da ferrovia; por outro lado, a estação,
segundo algumas fontes, antes de 1940 se chamaria Campos do Jordão.
Ela fica em Vila Capivari, que é já há
muitos anos o centro turístico da cidade. Em escritos sobre
a EFCJ de 1919, era já previsto o prolongamento da ferrovia
até lá, para o lugar que deveria se chamar Villa
Sanitária. A estação foi inaugurada com a
chegada da eletrificação da ferrovia, pois esta se deu
no mesmo ano, 1924.
ACIMA:
Geada em Campos do Jordão. A estação, sozinha
na paisagem, apenas assiste. Anos 1940? (Cartão postal). ABAIXO:
Bonde espera para partir na estação de Emilio Ribas,
ainda funcionando em 1984 (Foto de A Tribuna, de Santos, edição
de 13/05/1984).

Após 1984, foi erigido um novo prédio em estilo alpino
para a estação terminal da linha, Capivari, alguns
metros antes do de Emilio Ribas. Em 1984, a estação
de Emilio Ribas ainda funcionava. Depois de sua desativação,
os trilhos foram retirados e a estação passou por um
período de abandono. Em 2000, entretanto, foi iniciada sua
restauração para transformação do prédio
em museu, o que não ocorreu. Em 04/2005, a estação
estava fechada e parte dela sendo usada para um bar. "No que
diz respeito à estação Emilio Ribas, da EFCJ, estive lá no
último dia 25/01/2010 e constatei que a mesma foi pintada, recebeu
novos bancos na plataforma,e também esta com conexão de trilhos e
rede aérea, possibilitando as automotrizes ou bondinho partirem da
sua plataforma" (André Galdino, 6/2/2010). (VEJA TAMBÉM:
CAPIVARI)
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; André
Galdino; Wanderley Duck; Ricardo Koracsony; A Tribuna, Santos, 1984) |
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Estação precária de madeira, sem plataforma,
na inauguração em 1915 a estação
de Vila Nova - esse era o nome - era esta. Teria sido essa a
antecessora da estação de Emilio Ribas? Fica a
dúvida, pois em 1915 a linha não chegaria até
lá. Autor desconhecido |

A estação, à esquerda, em foto sem data.
Acervo Wanderley Duck |

A estação em 1957. Fotos do acervo de Wanderley
Duck |

A estação em 1957. Fotos do acervo de Wanderley
Duck |

A estação, ainda com trilhos, anos 1980; o bondinho
está parado à sua frente. Autor desconhecido |

A estação já sem os trilhos, em reforma,
em 14/06/2000. Foto Ralph M. Giesbrecht |

Na reforma do velho prédio, a descoberta de afrescos
sobre o guichê da antiga bilheteria, em 14/06/2000. Foto
Ralph M. Giesbrecht |

Estação de Emílio Ribas, em 2002, já
parcialmente restaurada. Foto Ricardo Koracsony |

A etação em 25/1/2010. Foto André Galdino |
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| Atualização:
29.02.2012
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