A B C D E
F G H I JK
L M N O P
Q R S T U
VXY Mogiana em MG
...
Itapema
Itatiba
...
ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1999
...
 
E. F. Itatibense (1889-1952)
ITATIBA
Município de Itatiba, SP
Linha-tronco - km 21   SP-2145
    Inauguração: 19.11.1890
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1890? (já demolido)
 
 
HISTORICO DA LINHA: Os primeiros projetos para a E. F. Itatibense datam de 1872, com a linha saindo de Jundiaí, projeto que não vingou. A Cia. Paulista, então, em 1880, decidiu construir um ramal partindo da estação de Louveira, de sua linha-tronco inicialmente com bitola de 76 cm, depois em bitola larga (1,60m) e finalmente em bitola métrica. Finalmente, o curto trecho de somente 21 km e as exigências do Governo Provincial para a concessão levaram a CP a ceder os direitos à Cia. Itatibense, em 1887. Em julho de 1889 abriu-se a linha ao tráfego em caráter provisório, e em 19/11/1890 em termos definitivos. Havia apenas três estações oficiais na linha (Luiz Gonzaga, Tapera Grande e Itatiba), mas também mais algumas paradas que ajudavam a aumentar demais o tempo de percurso da linha, que, em 1944, era de 40 minutos para apenas 20 km. Sempre deficitária, por ser muito curta e ter curvas demais, a pequena ferrovia sobreviveu até 1952, quando, sob protestos da população local, foi fechada definitivamente.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Itatiba foi aberta em 1890. Ficava próxima ao centro da cidade, e depois de sua desativação, foi demolida. A foto que aparece abaixo, segundo se conta, teria sido tirada pela esposa de um dos proprietários da linha, quando a composição se aproximava da estação, no dia da última viagem, em 1952. É uma das poucas fotos conhecidas da estação.
(Fontes: Nilson Rodrigues; Lucimara R. Gabuardi; Sergio Romano; Marcello Tallamo; Odilon N. Matos: Café e Ferrovias, 1982)
     

Estação de Itatiba, provavelmente em 1953, na viagem final do trem. Foto do livro Café e Ferrovias, de Odilon N. Matos
   
     
     
Atualização: 08.09.2012
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.