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E.
F. Lorena-Benfica (1907-1921)
E. F. Central do Brasil (1921-1957)
RFFSA (1957-c.1985) |
LIMEIRA
(antiga GENERAL MENDES DE MORAIS)
Município
de Piquete, SP |
| Ramal de
Piquete - km |
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SP-2283 |
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Inauguração: 1907 |
| Uso atual: desconhecido |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1907
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| HISTORICO
DA LINHA: O ramal de Piquete, em bitola métrica e originalmente
chamado de E. F. Lorena-Benfica, foi inaugurado no trecho da estação
de Lorena, na EFCB, até Piquete em 1906 para atender um pedido
do Exército para ter transporte para a fábrica de explosivos
naquela localidade. Em 1907, foi concluído, com uma linha exclusiva
para a fábrica. O transporte de passageiros somente era feito
entre Lorena e Piquete, e daí para a frente o ramal era exclusivo
do Exército. De qualquer forma, o ramal deveria ter sido unido
com a estação de Delfim Moreira, já em Minas
Gerais e relativamente próxima a Piquete, mas o projeto não
vingou. Nessa época, a ferrovia já pertencia à
Central do Brasil desde 1921. Nos anos 1970, o transporte de passageiros
foi estendido até a fábrica, mas em 1978 os trens de
passageiros foram definitivamente suprimidos. Fontes da cidade citam
que a desativação definitiva do ramal ocorreu em 1985.
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A ESTAÇÃO:
A estação de Limeira foi provavelmente inaugurada
em 1907, quando se entregou o trecho da linha ligando a estação
de Rodrigues Alves (depois Piquete) à fábrica
de explosivos do exército. Essa fábrica foi construída
na fazenda Benfica e daí veio o nome original da ferrovia,
E. F. Lorena-Benfica. Mais tarde a estação, que
se localizava em frente aos portões da fábrica, teve
o nome alterado para General Mendes de Morais, mas voltou depois
ao seu nome primitivo, Limeira. Funcionou até a desativação
dos trens de passageiros na linha, em 1978. "Construção pequena
e simples, servia para embarque e desembarque dos operários da fábrica.
Compõe-se de uma cobertura com armação em ferro fundido para abrigar
passageiros em trânsito e uma pequena dependência administrativa que
na verdade serve como portaria da fábrica. Apesar da simplicidade,
ressalta aos olhos a qualidade e o bom gosto na construção, acentuados
ainda pelo bom estado de conservação em que a construção é mantida.
Na estrutura maior, aberta, a utilização em larga escala do ferro
fundido na parte estrutural empresta extrema leveza visual ao conjunto,
valorizado também pela presença de adornos que embora possam ter funcionalidade
discutida, por outro lado denotam grande preocupação com o aspecto
estético. É interessante notar como a estação assim construída integra-se
ao ambiente, não o agredindo e, muito ao contrário, diluindo sua presença
na paisagem, perfeitamente integrada com o verde que a cerca. Até
pássaros selvagens podem ser observados nas cercanias da estação"
(www.anpf.com.br, entrada em 8/3/2009).
(Fontes: Marco Giffoni; Idelmo Reis, 2008; Max Vasconcellos: "Vias
Brasileiras de Comunicação", 1947; www.anpf.com.br,
entrada em 8/3/2009; Guias Levi, 1941-1980) |
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| Atualização:
01.08.2009
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