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VXY Mogiana em MG
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(1899-1955)
Silvânia
Matão
Pimenta Bueno
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(1955-2001)
Silvânia
Matão
Dobrada-nova
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Tronco EFA-1970

IBGE-1956
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2003
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E. F. Araraquara (1901-1971)
FEPASA (1971-1998)
MATÃO
Município de Matão, SP
Linha-tronco - km 41,151 (1938)   SP-2349
Linha tronco (bitola larga) - km 43,000 (1960)   Inauguração: 25.03.1899
Uso atual: fechada   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
HISTORICO DA LINHA: A Estrada de Ferro de Araraquara (EFA) foi fundada em 1896, tendo sido o primeiro trecho aberto ao tráfego em 1898. Em 1912, já com problemas financeiros, a linha-tronco chegou a São José do Rio Preto. Somente em 1933, depois de ter sido estatizada em 1919, a linha foi prolongada até Mirassol, e em 1941 começou a avançar mais rapidamente, chegando a Presidente Vargas em 1952, seu ponto final à beira do rio Paraná. Em 1955, completou-se a ampliação da bitola do tronco para 1,60m, totalmente pronta no início dos anos 60. Em 1971 a empresa foi englobada pela Fepasa. Trens de passageiros, nos últimos anos somente até São José do Rio Preto, circularam até março de 2001, quando foram suprimidos.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Matão foi inaugurada em 1899, e, colocada antes de iniciar o trecho retificado construído nos anos 50, sempre se conservou na linha. A linha construída em 1955, com bitola larga, não alterou seu curso desde Araraquara até Matão, mas a partir desta estação, passou a seguir por outro leito até a estação de Santa Ernestina. Matão tem uma bonita estação,

ACIMA: Em julho de 2007, o velho prédio, ainda abandonado, é ameaçado pela construção de um túnel sob a linha, a seu lado. A plataforma já foi cortada. A estação continua um caco. Não há respeito pela história em Matão (Foto Amarildo Cristiano Neri). ABAIXO: Fotos do armazem de Matão, em março de 2009 (Fotos Rafael Corrêa).

provavelmente dos anos 1910 ou 1920. "Ninguém mora na estação, que ainda conserva as portinholas de madeira de lei trabalhada à mão nos guichês. A estação está aberta, à mercê dos atos de quem passa por ela" (Douglas Razaboni, 01/2005). Em julho de 2007, a construção de um túnel ao lado da estação ainda abandonada acaba com boa parte do antigo pátio ferroviário e pode comprometer o futuro do velho prédio, que já está "lacrado" com tijolos onde havia janelas e portas, para proteger-se dos mendigos. Uma lástima. A estação está fechada em outubro de 2007, pintada por fora, mas nada foi feito por dentro. Em 2009, bem conservada por fora, está totalmente "lacrada".
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Amarildo Cristiano Neri, 2007; Rafael Corrêa, 2009; Douglas Razaboni, 2005; Ettore M. Gaspar; José Figueira; Paulo Filomeno; Edson Castro; Hermes H. Hinuy, 2001; Henrique Aparecido, 2007; Memórias do Comércio de Matão; Listagem oficial de estações da EFA, 1938; Relatórios oficiais da EFA, 1930-1960; Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil, 1960; IBGE, 1956; Mapas - acervo Ralph M. Giesbrecht)
     

A estação, a original, foto sem data. Extraída do livro Memórias do Comércio de Matão

A estação, sem data. Foto cedida por Ettore M. Gaspar, do acervo de José Figueira

A estação em 28/01/1980. Foto Paulo Filomeno

A estação, anos 1990. Foto Edson Castro

A estação de Matão em 16/09/2000. Foto Ralph M. Giesbrecht

A estação de Matão em 16/09/2000. Foto Ralph M. Giesbrecht

Plataforma da estação de Matão em 16/09/2000. Foto Ralph M. Giesbrecht

Detalhe da estação, em 16/09/2000. Foto Ralph M. Giesbrecht

Estação de Matão em 26/04/2001. Foto Hermes Y. Hinuy

A estação de Matão, no abandono, em 01/2005. Foto Douglas Razaboni

A estação em 10/2007, pintada por fora. Foto Henrique Aparecido

A estação em 03/2009. Foto Rafael Corrêa
     
Atualização: 28.03.2009
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.