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São
Paulo Railway (1898-1946)
E. F. Santos-Jundiaí (1946-1994)
CPTM (1994-2008) |
MOOCA
Município
de São Paulo, SP |
| Linha-tronco
- km 74,627 (1935) |
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SP-1803 |
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Inauguração: 07.09.1898 |
| Uso atual: estação
de trens metropolitanos |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: A São Paulo Railway - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi
a primeira estrada de ferro construída em solo paulista. Construída
entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como
um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos,
transportou durante muito anos - até a década de 30, quando a Sorocabana
abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros
de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro
funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946,
com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União
sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e é usado
até hoje, embora nos anos 70 tenha passado a pertencer à REFESA, e,
em 1997, tenha sido entregue à concessionária MRS, que hoje a controla.
O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997, mas
o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continua até hoje com as
TUES dos trens metropolitanos. |
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A ESTAÇÃO: A estação da Mooca foi inaugurada
em 1898. Na

Acima, esquema do pátio da Mooca, certamente
posterior a 1915, mas de data ignorada. Notem as ruas com nomes
diferentes dos atuais (a rua Taubaté, em baixo, é
a Borges de Figueiredo, a cervejaria do outro lado da linha ainda
se chama Bavária... o sentido do mapa é Santos (para
a esquerda, onde está marcado o km 74) e Luz (para a direita,
onde está marcado o km 75). Veja
este esquema da São Paulo Railway em tamanho maior
(Acervo Ralph M. Giesbrecht).
revolução de julho de 1924, batalhas e
arruaças ocorreram no seu pátio, como pode ser visto
pela foto abaixo. "Que coisa... entre 1960 e 1992 fizemos
compras na Cooperativa de Consumo do Banco do Brasil na Borges de
Figueiredo, lá perto. Na década de 1960 era incrível ver o movimento
das fábricas e, particularmente, de caminhões-tanque. Segundo meu
pai, eles iam se abastecer no terminal da Shell na Vila Carioca.
E a Cooperativa dava fundos para a EFSJ e o viaduto São Carlos,
era só ficar na janela e volta e meia passava um TUE ou, com sorte,
um Cometa, um cargueiro puxado por English Electric, etc. Lá perto
também ficavam os armazéns da AGEF. De lá pra cá a decadência foi
lenta, mas inexorável. As fábricas foram fechando, o movimento ferroviário
diminuindo, surgiram ferros-velhos onde, na década de

Na fotografia acima, o pátio da estação
da Mooca em primeiro plano, e as várias fábricas e
depósitos ao longo da linha. A foto é de 1957, quando
o movimento ali era enorme e tudo funcionava (Acervo Thomas Correa).
Abaixo, linhas dos desvios, a esquerda, do lado da antiga Ford,
as da direita, do lado do supermercado Sonda. Veja
mais fotos destes desvios (Fotos Otavio de Camargo, 04/2008)

80, ficaram estacionadas por vários meses diversas locos
elétricas box da CP. O terminal da Shell não só foi desativado como
criou um enorme passivo ecológico devido a vazamentos de hidrocarbonetos
no solo; a cooperativa, se não fechou, está para fechar. Outro dia
passei por lá e fiquei triste com a decadência. Onde foi parar a
São Paulo que não pode parar?" (Antonio Gorni, 09/2006).
Atrás da plataforma, a fábrica, hoje abandonada, das
Cervejas Antarctica. Hoje a estação atende aos trens
metropolitanos da CPTM. Fica próxima ao Viaduto São
Carlos, de onde pode ser vista.
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Comboio ferroviário tombado no pátio da estação
da Mooca, durante a revolução de julho de 1924.
Foto da Revista da Semana, de 09/08/1924 |

A estação atual, anos 1990. Foto cedida por William
Gimenez |

Fachada da estação e bilheteria, em 2004. Foto
Adriana Alves |

Vista da estação, em 02/2007. A linha da direita
da foto parece ser a utilizada para carga, pois a plataforma
não a atinge. Foto Amadeu |

A estação, em 02/2007. Foto Amadeu |

A estação, em 02/2007. Foto Amadeu |

A estação, em 02/2007. Foto Amadeu |

A estação, em 02/2007. Atrás da plataforma,
a fábrica abandonada da Cerveja Antarctica. Foto Amadeu
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Nesta foto, a fábrica, vista mais longe da plataforma,
em 02/2007. Foto Amadeu |

Fachada da estação, entrada pela avenida Presidente
Wilson. Foto Ralph M. Giesbrecht, em 20/4/2008 |
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| Atualização:
20.04.2008
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