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VXY Mogiana em MG
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Horto Florestal
Nova Parada Sete
Parada Sete
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Cantareira - 1950
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 2017
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Cia. Cantareira (1928 -1941)
E. F. Sorocabana (1941-1964)
NOVA PARADA SETE
Município de São Paulo, SP
Ramal do Horto - km 11,807 (1960)   SP-0188
Altitude: 766 m   Inauguração: 10/09/1928
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal da Pedra Branca foi aberto em 1908, para atender à pedreira nesse local. Mais tarde, seus trilhos foram prolongados até voltar ao tronco, na altura da Parada Sete, pouco antes da estação do Tremembé. Ele fazia então uma grande curva de 180 graus, por cerca de 5 quilômetros, saindo da estação da Invernada. Passou então a ser chamado de ramal do Horto. Foi desativado em novembro de 1964, juntamente com a linha Areal-Cantareira.
 

A ESTAÇÃO: Inaugurada em 1928, esta estação ficava apenas 200 metros à frente da estação do Horto.

Segundo Nilson Rodrigues, ela foi construida após ter sido feito um desvio na rota da linha, evitando-se o "loop" que passava pelo Horto.

Foi suprimida no final dos anos 1950. O seu nome era obviamente uma referência à já existente Parada Sete, mas esta ficava no tronco e foi desativada em 1927. Eram muito próximas - a diferença de um quarteirão. A Nova Parada Sete foi construída no ramal - na hoje rua do Horto -, enquanto a Parada Sete ficava no tronco - na linha de cima - hoje rua Mamud Rahd.

Por que mudaram o local da primeira Parada 7 e a colocaram, com o nome de "nova", na outra linha? Porque o número de passageiros, e portanto o faturamento, dos trens de passageiros andando pelo ramal do Horto e não pela ligação entre Invernada e o Tremembé era muito maior, portanto, mais rentável. Raros passaram a ser os trens que seguiam direto pela Invernada para o Tremembé e vice-versa, depois de 1927. E as duas paradas 7, a nova e a velha, eram tão próximas, embora em linhas diferentes, que ninguém saiu prejudicado - o trem andava apenas dez minutos a mais quando percorria o ramal do Horto.

Foi demolida.

O relato do antigo morador do Tremembé, em abril de 2002, mostra que, se as definições de onde ficavam a Parada Sete e a Nova Parada Sete estão corretas, ele se refere à Nova Parada Sete e não à antiga: "Manoel Carlos Coelho nasceu no Horto Florestal em 10/7/1939. Seus pais Manoel Coelho e Lídia dos Santos moravam na Vila Bassoti, que ficava à esquerda da Rua do Horto, encostada no parque. Essa vila tinha dezenas de pequenas casas alugadas pela família Bassoti. Hoje não existe mais. Manoel, órfão de pai com apenas 8 meses, lembra que pegava o 1º trem, das 4:00 hr., para ajudar a mãe que ía vender louro, alecrim, mamão verde, folha de uva no mercado central. Ela comprava esses produtos nas imediações do Horto e Vila Rosa, e fez esse comércio até a década de 60. Quando saía do Tremembé, raramente o trenzinho pegava o caminho direto até a Invernada, normalmente seguia pela atual Rua do Horto (pela variante do Horto), só que em um patamar mais elevado do que o nível da rua. E assim chegava na Nova Parada Sete, onde hoje existe um posto Shell, na esquina das atuais Rua do Horto com a Avenida Luiz Carlos Gentile de Laet".

(Veja também PARADA SETE)

(Fontes: Werner Vana; Guias Levi; site "Tremembé on line, abril de 2002)

     

A estação, foto sem data. Cartão postal, cedido por Marcello Tálamo

Outra foto da estação, vista por trás, sem data. Foto cedida por Nilson Rodrigues

Segundo o relato de Manoel Coelho, o local da onde ficava a Nova Parada Sete era aqui, neste posto Shell. Foto do site Tremembeonline
     
     
Atualização: 18.01.2017
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.