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E.
F. Noroeste do Brasil (1937-1975)
RFFSA (1975-1996) |
PARANÁPOLIS
Município
de Andradina, SP |
| Variante
de Jupiá - km 150,268 (1937) |
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SP-2061 |
| Linha-tronco
- km 431,268 (1949) |
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Inauguração: 10.07.1937 |
| Uso atual: oficina
de artesanato? |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1937
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| HISTORICO
DA LINHA: A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906,
seguindo a partir de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905,
até Presidente Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia
Lauro Müller, em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens
do rio Paraná, em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com
balsas, para chegar a Corumbá, na divisa com o Paraguai, anos depois.
O trecho entre Araçatuba e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê
em região infestada de malária, foi substituído nesse ano por uma
variante que passou a ser parte do tronco principal, enquanto a linha
velha se tornava o ramal de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou
a fazer parte da RFFSA. Transportou passageiros até cerca de 1995,
quando esse transporte foi suprimido. Em 1996, a RFFSA deu a concessão
da linha para a Novoeste, que transporta cargas até hoje. |
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A ESTAÇÃO:
A estação de Paranápolis foi inaugurada em 1937, na
variante de Jupiá, e logo depois passou a ser parte
da linha-tronco. "Na década de 30, o vilarejo possuía uma estação
bem mais movimentada que a do município-sede, Andradina. Sou do tempo
da maria-fumaça, e essa ferrovia era nosso orgulho", diz o velho comerciante
João Belmiro, de Paranápolis, que ainda mantém na frente do que restou
da velha estação um empório de secos e

ACIMA: O trem cargueiro - ainda com a pintura da Novoeste,
mas já administrado pela ALL - passa pela cidade de Paranápolis
em 10/09/2006. Nenhum sinal da estação na foto. Ela
ainda estaria de pé? (Foto Cristiano Luisão).
molhados. O prédio do terminal ferroviário desabou há vários
anos, mas Belmiro ainda alimenta a esperança de ver o trem voltar
a circular com passageiros. "Basta eles olharem novamente para os
pobres, porque o bilhete de transporte era quase de graça" (O
Estado de S. Paulo, 03/10/1999). Em janeiro de 2001, uma reportagem
do jornal Folha da Região, de Andradina, mostrava
que a estação podia ainda ser recuperada, dando então
conta de que o prédio que desabou não era o da estação,
e que este, em bom estado, vinha sendo utilizado para abrigar oficinas
de artesanato e apresentações. |
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| Atualização:
20.12.2008
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