|
|
|
E. F. Central do
Rio Grande do Norte (n/d-1950)
RFN (1950-1975)
RFFSA (1975-1996) |
JUCURUTU
Município de Jucurutu, RN |
| Linha tronco da EFCN - km 235 (1960) |
|
RN-4589 |
| Altitude: - |
|
Inauguração: n/d |
| Uso atual: desconhecido |
|
sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
| |
|
|
| |
| HISTORICO DA LINHA: A linha da
E. F. Sampaio Correia foi aberta em 1906 até a estação
de Itapassaroca. Posteriormente foi estendida até Taipu (1907),
Baixa Verde (1910), Pedra Preta (1913), Itaretama (1918) e finalmente
Oscar Nelson (1949) e São Rafael (1956). 43 anos para se construir
uma linha de apenas 235 km que não ligava a nada. Nos anos
1980, os trens acabaram e nos 1990, os cargueiros. Ficaram somente
os trens de subúrbio operados primeiro pela RFFSA e depois
pela CBTU e que chegam somente a Ceará-Mirim, a 39 km de Natal.
O resto da linha está abandonada. |
| |
A ESTAÇÃO: A estação
de Jucurutu jamais foi utilizada. Sua construção
deve ter se dado por volta de 1960. O município fica já
na divisa com a Paraíba. Não se sabe se a intenção
teria sido ligar com a linha de Campina Grande, ou diretamente
com a Mossoró-Souza. De qualquer forma, um mapa de 1929
mostrava um projeto da linha chegando até Caicó,
mais ao sul de Jurucutu e também na divisa com a Paraíba.
Isto nunca ocorreu. Em 1950, o município contava com pouco
mais de 9.300 habitantes. Não se conhecem fotografias da estação,
nem a sua situação atual. O trecho parece ter parado
de operar nos anos 1970, por causa da construção de
uma represa na região de São Rafael, estação
anterior. "O resto da linha até Jucurutu ficou apenas no leito
(visível até hoje no Google Earth) e a obra paralisou na localidade
de Oiti, na divisa entre Jucurutu e São Rafael - se bem que no Google
Earth é possível se acompanhar o traçado até a periferia de Jucurutu.
Eu vi o leito nos dois lados do municipio, só o norte (entre S. Rafael
e Angicos) ainda tem restos do lastro original (!) no leito, o lado
sul está pelado. A ideia era chegar até Caicó. Apesar de ser terreno
fácil para construção de ferrovias, foi uma senhora obra - todos os
cortes tiveram que ser abertos em rocha...alguns trechos foram incorporados
em estradas vicinais" (Nicholas Burman, 18/4/2013).
(Fontes: Nicholas Burman; Guia Geral das Estradas de
Ferro do Brasil, 1960; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
| |
|
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
02.03.2014
|
|