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VXY Mogiana em MG
Indice de estações
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Ayrosa Galvão
Visconde de Mauá
Herculano de Freitas
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Ramal de Jaguarão - 1940
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V. F. Rio Grande do Sul (1925-1975)
RFFSA (1975-1994)
VISCONDE DE MAUÁ
Município de Arroio Grande, RS
Ramal de Jaguarão - km 1.042,447 (1960)   RS-3180
  Inauguração: 05.01.1925
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Jaguarão foi aberto em 1932 para unir a estação de Basílio, na linha de Cacequi ao Rio Grande, ao Uruguai, depois de cruzar a ponte internacional sobre o rio Jaguarão. Por ali podia-se seguir para Montevideo de trem. A linha foi totalmente desativada por volta de 1979. Os trilhos foram arrancados, exceto no trecho entre Jaguarão e o rio Uruguai. Quando veio a supressão oficial do ramal em 1994, a linha já era uma saudade havia muitos anos.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Visconde de Mauá foi inaugurada em 1925, como ponta de linha do ramal na época. A sua continuação até Jaguarão só se deu em 1932. "Por volta de 1984 já não possuia mais trilhos no ramal de Jaguarão, mas, ao se percorrer o leito, ainda havia restos de brita em grande quantidade e pelas condições, parecia que os trilhos haviam sido retirados havia pouco tempo. Na época já era difícil percorrer o leito pois ele passava dentro de várias propriedades e o pessoal não gostava. A qualidade da foto (abaixo) da ponte é ruim e não dá para perceber certos detalhes: no final da ponte é fechado e tem uma porteira que dá acesso a uma estância. Eu me lembro que nas proximidades ainda existiam restos de uma das estações; segundo me informaram, era a de Visconde de Mauá. Era de madeira e estava em ruinas e tomada pelo mato. Pena que na época não dei importância e não fiz nenhuma foto. Foi nesta região que nasceu o Irineu Evangelhista de Souza, o Barão de Mauá" (Alfredo Rodrigues, 08/2005). As ruínas da estação, no entento, são de alvenaria; a plataforma está junto ao prédio. Há galpões de madeira em ruínas próximo à estação; isto pode ter causado o engano. Havia também uma escola no local, mantida na época pela RFFSA. (Fontes: Guias Levi, 1940-1981; Relatórios da VFRGS, 1920-1968; Alfredo Rodrigues, 2005; Poti Campos, 2007)
     


As ruínas da estação, em 01/2007. Fotos Poti Campos
     
     
Atualização: 27.01.2007
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.