|
|
|
Sorocabana Railway (1914-1919)
E. F. Sorocabana (1919-1971)
FEPASA (1971-1998) |
SUSSUÍ
Município
de Palmital, SP |
| Linha-tronco
- km 573,266 (1931) |
|
SP-2630 |
|
|
Inauguração: 12.02.1914 |
| Uso atual: demolida |
|
com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolida) |
| |
| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Sorocabana foi fundada em 1872, e o primeiro trecho
da linha foi aberto em 1875, até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu
até 1922, quando atingiu Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná.
Antes, porém, a EFS construiu vários ramais, e passou por trocas de
donos e fusões: em 1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na
época à beira da falência. Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia,
vendida para o Governo paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para
o grupo de Percival Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas
linhas incorporadas pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a
ser o dono, por causa da situação precária do grupo detentor. Assim
foi até 1971, quando a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal
FEPASA. O seu trecho inicial, primeiro até Mairinque, depois somente
até Amador Bueno, desde os anos 20 passaram a atender principalmente
os trens de subúrbio. Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho
passou a ser administrado por ela. Trens de passageiros de longo percurso
trafegaram pela linha-tronco até 16/1/1999, quando foram suprimidos
pela concessionária Ferroban, sucessora da Fepasa. A linha está ativa
até hoje, para trens de carga. |
| |
A ESTAÇÃO:
A estação de Sussuí foi aberta em 1914.
Em 1986, já estava abandonada e depredada, sem telhado, portas
ou janelas, e com muito mato em volta. A estação não
existe mais, somente

ACIMA: O antigo patrimônio de Sussuí,
hoje. À direita, junto da estradinha, a última casa de turma que sobrou.
Mais ao centro da foto, a caixa d'água. Mais à esquerda desta,
a plataforma ainda visível à beira da linha. À esquerda da foto, a
vila propriamente dita, com a igreja dominando o patrimônio (Foto
Douglas Razaboni, 20 de novembro de 2007).
restando a plataforma e a caixa-dágua. Mais ao
longe, sobrou também uma das casas de moradia das turmas residentes
de manutenção da linha, hoje ocupada por uma família.
"Sussuí teve a estação demolida, há
alguns anos atrás. Sobrou só a plataforma. A vilazinha
ainda tem igreja, cemitério, tudo abandonado. A
vila era movimentada, tinha missa (com o padre de Palmital) toda semana,
e o trem ainda parava na pequena estação, até meados da década de
70. Nessa época, a decadência se pronunciou. Algumas fábricas faliram,
o café foi dizimado pela geada de 1.975, o trem começou a passar direto,
e o povo começou a ir embora". Até onde eu sei,
Sussuí não teve cartório. Teve bar, igreja, quermesse, festa de casamento,
enterro, estação, cemitério, pedreira da Sorocabana com ramal ferroviário,
casas de turma, ponte de ferro inglesa (ou americana?), fábricas de
farinha de mandioca e muitas casas de moradia e comércio (Douglas
Razzaboni, Jaguariúna, SP). (Para saber mais sobre a vila
de Sussuí, clique
aqui) |
| |
|
|

No centro e ao alto da foto, ao fundo, a pequena estação
de Sussuí ainda inteira, em foto provavelmente dos anos
1950. Foto do Jornal do Comercio de Palmital |

Foto ruim da estação em 1986, mas que mostra claramente
a depredação e o abandono. Foto do relatório
da Fepasa, 1986 |

Em Sussuí, os restos da plataforma... |

...e o resto do que sobrou... |

...junto com a placa que teima em permanecer... |

...perto de uma antiga casa de turma que teve a sorte de ficar
em pé. Fotos Douglas Razaboni, em 27/07/2002 |
|
| |
|
|
| Atualização:
18.06.2008
|
|