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Val de Palmas
Tibiriçá
Nogueira
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Tronco NOB - 1935
IBGE-1973
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Noroeste do
Brasil (1906-1975)
RFFSA (1975-1996) |
TIBIRIÇÁ
(antiga PRESIDENTE TIBIRIÇÁ)
Município de Bauru, SP |
| Linha-tronco - km 20,995 (1960) |
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SP-2926 |
| Altitude: 549 m |
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Inauguração: 27.09.1906 |
| Uso atual: abandonada e em ruínas |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1931 |
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| HISTORICO DA LINHA: A Estrada
de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir
de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente
Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller,
em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná,
em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar
a Corumbá, na divisa com o Paraguai, anos depois. O trecho entre Araçatuba
e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada de
malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou a ser
parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava o ramal
de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da Refesa.
Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte
foi suprimido. Em 1996, a Refesa deu a concessão da linha para a Novoeste,
que transporta cargas até hoje. |
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A ESTAÇÃO: A estação foi
aberta com o nome de Presidente
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Tibiriçá, em 1906; ele
(o então Presidente do Estado Jorge Tibiriçá - foto
ao lado, em 1908) estava presente na comitiva no dia da inauguração
do trecho, que foi o primeiro a ser aberto, de Bauru
a Lauro Müller (Ministro Calmon). Mais
tarde o nome foi reduzido para o atual, Tibiriçá.
A estação atende a um bairro afastado da sede
(Bauru), que foi transformado em distrito em 1920.
A estação original foi
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ACIMA: Não havia bancos para os passageiros
se sentarem na estação local em 1948 (Folha da Manhã,
4/12/1948).
derrubada e substituída por uma nova em 1931, cuja
inauguração se deu a 18 de julho. O prédio está
abandonado e os desvios foram retirados. Apesar de estar em ruínas
em abril de 2009, havia um

ACIMA: Funcionários da Noroeste na estação
de Tibiriçá, ainda ativa e inteira, posando na plataforma
em 1975. (O Avaiense, edição de junho de 2008). ABAIXO:
34 anos depois, a estação em ruínas: o teto caiu
e seu interior está a céu aberto. Notar o alto pé
direito interior do prédio (Fotos Daniel Gentili em 14/4/2009).

lado da casa que ainda estava ocupado como moradia. O
teto já havia caído. É interessante notar a altura
do pé direito do prédio (ver foto acima). Pena que do
jeito que as coisas vão ela vai ficar apenas na saudade.
(Fontes: José H. Bellorio; Ricardo Frontera;
Daniel Gentili; Folha da Manhã, 1948; Ouro Verde, 1936; O Avaiense,
2008; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; IBGE, 1973;
Mapas - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação em 1936. Foto revista Ouro Verde, jan/fev
1986 |

Estação de Tibiriçá em 1979, ainda
ativa. Foto José H. Bellorio |

Estação de Tibiriçá em 02/2001.
Foto José H. Bellorio |

Estação de Tibiriçá em 02/2001.
Foto José H. Bellorio |

A estação em 2002. Foto Ricardo Frontera |

A estação em 2002. Foto Ricardo Frontera |

Plataforma da estação em 2002. Foto Ricardo Frontera
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A estação semi-destruída em 04/2009. Foto
Daniel Gentili |

A estação semi-destruída em 04/2009. Foto
Daniel Gentili |
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| Atualização:
02.11.2012
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