|
|
 |
...
Mongaguá
Vila Atlântica
Campos Elísios
...
ramal de Juquiá-1980
IBGE-1960
...
ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2007
... |
 |
|
|
|
|
E. F. Sorocabana
(1929-1971)
Fepasa (1971-1998) |
VILA
ATLÂNTICA
Município de Mongaguá, SP |
| Ramal de Juquiá - km 132,899 (1986) |
|
SP-2975 |
| |
|
Inauguração: 01.03.1929 |
| Uso atual: abandonada |
|
com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: c.1990 |
| |
|
|
| |
| HISTORICO DA LINHA: O ramal foi
construído pelos ingleses da Southern São Paulo Railway, entre 1913
e 1915, partindo de Santos e atingindo Juquiá. Em novembro de 1927,
o Governo do Estado comprou a linha e a entregou à Sorocabana, já
estatal, no mês seguinte. O trecho entre Santos e Samaritá foi incorporado
à Mairinque-Santos, que estava em início de construção no trecho da
serra do Mar, e o restante foi transformado no ramal de Juquiá. A
partir daí, novas estações foram construídas, e em 1981, o ramal foi
prolongado pela Fepasa, já dona da linha desde 1971, até Cajati, para
atender as fábricas de feritlizantes da região. O transporte de passageiros
entre Santos e Juquiá foi suspenso em 1997, depois de 84 anos. A linha
seguiu ativa para trens de carga que passavam quase diariamente, transportando
enxofre do porto para Cajati, até o início de 2003,
quando barreiras caíram sobre a linha na região do Ribeira.
O transporte foi suspenso e a concessionária Ferroban desativou
a linha, que o mato cobriu rapidamente. |
| |
A ESTAÇÃO: A parada de
Vila Atlântica foi aberta em 1929, com quilometragem original
41,100. Aparentemente, sempre foi apenas uma plataforma coberta, e,
até alguns anos atrás, era até bonita, igual à parada de Padre
Anchieta, mais adiante, em Pedro de Toledo. Apesar de ser
apenas uma plataforma, aparecia sempre nos

ACIMA: Propaganda de 23/7/1944 mostrando(no alto
à esquerda) a estação de Vila Atlântica
e vendendo terrenos "próximos a ela" num local ainda
deserto. A ferrovia naquela época ajudava a vender os lotes
(Folha de S. Paulo).
relatórios da Sorocabana, ao contrário da maioria. Há alguns
anos, a cobertura original foi substituída por uma do tipo igual à
maioria das paradas do ramal, ou seja, com estrutura de trilhos de
aço e telhas de fibro-cimento. Uma lástima. É essa que estava lá em
1998, semi-destruída. Em 2008, dez anos depois, somente as bases dos
ferros sobravam.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Marcos
Antonio Nobrega; Folha de S. Paulo, 1944; IBGE, 1960; FEPASA: Relatório
de Instalações Fixas, 1986; E. F. Sorocabana: relatórios
anuais, 1920-70; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
| |
|
|

A parada em 1986, ainda com a cobertura original. Foto do relatório
da Fepasa desse ano |

A parada em 18/02/1998, já com cobertura diferente e
destruída. Foto Ralph M. Giesbrecht |

Restos da parada em 19/7/2008. Foto Marcos Antonio Nóbrega |

Restos da parada em 19/7/2008. Foto Marcos Antonio Nóbrega |
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
31.07.2011
|
|