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VXY Mogiana em MG
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Araraquara
Américo Brasiliense
Santa Lúcia
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Tronco CP-1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2005
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Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1892-1971)
FEPASA (1971-1998)
AMÉRICO BRASILIENSE
Município de Américo Brasiliense, SP
Linha-tronco - km 265,442 (1958)   SP-0903
Altitude: 716,830 m   Inauguração: 01.04.1892
Uso atual: seção da Prefeitura (2010)   com trilhos
Data de construção do prédio atual: provavelmente 1892
 
 
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Américo Brasiliense foi aberta em 1892, com seu nome homenageando o Presidente da época (hoje chamados de Governador) do Estado de São Paulo.

Assim era descrito o local em 1897, cinco anos depois da abertura da estação, quando já era um bairro do município de Araraquara: "Americo Brasiliense é uma bela povoação com cerca de cinquenta casas, construídas de tijolos e gosto moderno (...)" (Anna Maria Martinez Corrêa: Araraquara, 1720-1930 - Um capítulo da história do café em São Paulo, Ed. Cultura Acadêmica, 2008).

Em 1917, o local já era um distrito do município de Araraquara.

A estação foi fechada em 1977, embora embarcasse e desembarcasse passageiros até 1997. Em 1978, estava abandonada.

Em 1986, estava alugada para a Casa de Móveis Caribi. Em 2013, o prédio abriga uma seção da Prefeitura, mas seu estado de conservação do prédio era ruim. Aliás, a estação é pequena e não muito bonita. Curioso: a placa de altitude na estação acusava um valor 4 metros mais baixo que a altitude que consta nos relatórios da Paulista dos anos 1960 (e que está mostrado no topo da página). CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR A ESTAÇÃO VISTA DO SATELITE (gentileza Antonio Carlos Mussio)

(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Nilton Gallo; Marcelo G. Teixeira; Antonio Carlos Mussio; Rafael Correa; Rogerio Tampellini; O Estado de S. Paulo, 3/10/1978; Cia. Paulista: relatórios anuais, 1876-1969; Anna Maria Martinez Corrêa: Araraquara, 1720-1930 - Um capítulo da história do café em São Paulo, Ed. Cultura Acadêmiva, 2008; IBGE, 1970; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação em 1989. Foto Nilton Gallo

A estação em 1989. Foto Nilton Gallo

A estação em 1996. Foto Marcelo G. Teixeira

A estação em 1996. Foto Marcelo G. Teixeira

A estação em 1996. Foto Marcelo G. Teixeira

Em 21/08/1998, a estação. Foto Ralph M. Giesbrecht

A estação em 12/2008. Foto Rafael Correa

A estação em 2010. Foto Rogerio Tampellini
 
     
Atualização: 31.10.2016
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.