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E.
F. Santos-Jundiaí (1955-1975)
RFFSA (1975-1994)
CPTM (1994-2005) |
BALTAZAR
FIDÉLIS
Município
de Franco da Rocha, SP |
| Linha-tronco
- km 113,670 (1985) |
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SP-0880 |
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Inauguração: 01.09.1955 |
| Uso atual: estação
de trens metropolitanos |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: A São Paulo Railway - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi
a primeira estrada de ferro construída em solo paulista. Construída
entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como
um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos,
transportou durante muito anos - até a década de 30, quando a Sorocabana
abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros
de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro
funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946,
com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União
sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e é usado
até hoje, embora nos anos 70 tenha passado a pertencer à REFESA, e,
em 1997, tenha sido entregue à concessionária MRS, que hoje a controla.
O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997, mas
o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continua até hoje com as
TUES dos trens metropolitanos. |
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| A ESTAÇÃO:
A estação de Baltazar Fidélis foi
inaugurada pela E. F. Santos-Jundiaí em 1955 para atender
aos trens de subúrbio. Por muitos anos foi conhecida apenas
como "parada do km 113". Virou estação
em 1975 com o nome atual, e na época teve o prédio atual
construído. "A estação é conhecida como paradinha pois
até 1984/1985, somente existia uma pequena plataforma de cada lado
dos trilhos, onde paravam o primeiro e as duas portas do segundo vagão.
Nesta plataforma não existia bilheteria, o bilheteiro cobrava a passagem
em pé, e nem existia catraca." (Douglas X. Fonseca, 10/2005)
Em 1997 foi reformada devido a depredações. Desde 1994
atende aos trens metropolitanos da CPTM. "A estação
de Baltazar Fidelis era chamada (conhecida inclusive até hoje)
de "Paradinha", devido a nas décadas de 70 e 80,
os trens da Santos a Jundiaí só pararem ali em alguns
horários e também por não ter plataformas em
toda extensão. Aliás, eram plataformas improvisadas
de madeira." (David Lustosa Nogueira, 04/2005) |
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A estação em 1998. Foto cedida por William Gimenez |
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| Atualização:
15.10.2005
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