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E. F. Bahia-Minas
(1882-1912)
Chemins de Fer Federaux de l'Est Bresilien (1912-1936)
E. F. Bahia-Minas (1936-1965)
Viação Férrea Centro-Oeste (1965-1966) |
ARGOLO
Município de Nova Viçosa, BA |
| E. F. Bahia-Minas - km 122,580 (1960) |
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BA-0214 |
| Altitude: 119 m |
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Inauguração: 09.11.1882 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A E. F. Bahia
a Minas começou a ser aberta em 1881, ligando finalmente Caravelas,
no litoral baiano, à serra de Aimorés, na divisa com
Minas Gerais, um ano depois. Somente em 1898 a ferrovia chegaria a
Teófilo Otoni, e em 1918, a Ladainha. Em 1930 atingiu Schnoor.
Em 1941, chegou a Alfredo Graça, e, em 1942, chegou em Arassuaí,
seu ponto final definitivo. A ferrovia originalmente pertencia à
Provincia da Bahia; em 1897 passou a ser propriedade do Estado de
Minas Gerais, para, em 1912, passar a ser administrada pelos franceses
da Chemins de Fer Federaux de L'Est Brésilien até 1936,
retornando nesse ano a ser uma ferrovia isolada. Em 1965, foi encampada
pela V. F. Centro-Oeste e finalmente extinta em 1966. Embora tenha
havido planos para a união da ferrovia com a Vitória-Minas,
tal nunca ocorreu e ela permaneceu isolada. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Argolo, inaugurada em 1882, era a última estação
em território baiano. Originalmente se chamava Mucury.
Há fontes que dizem que a estação teria sido
aberta somente em 1914. Seu nome era uma homenagem ao engenheiro Miguel
Teive de Argolo, idealizador da ferrovia. Atualmente o local é
um distrito do município de Nova Viçosa. Já
a estação foi demolida

Acima, mapa do então município de
Mucuri, em 1958. A estação de Argolo pertencia a ele,
localizada a noroeste. Notar a sede (Mucuri) no canto direito inferior,
à beira do mar (Enciclopédia dos Municípios Brasileiros,
volume VI, IBGE, 1958).
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em 1979 para dar lugar a uma
pequena estação rodoviária sem a menor expressão. A pintura
do quadro da estação foi encomendada pela Sra. Zélia Régulo,
já falecida. O retrato do engenheiro Argolo foi recuperado
por ela também. Fazia parte dos planos da EFBM colonizar as
terras ao longo da linha e para tanto foram trazidos imigrantes
espanhóis dos quais D. Zélia era descendente.
AO LADO: Miguel Argolo em foto de 1871 (Autor desconhecido).
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Fontes: Jean Albuquerque;
Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960 |
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No quadro, tudo o que sobrou da imagem da velha estação
demolida. Acervo Jean Albuquerque |
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| Atualização:
03.04.2015
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