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E. F. Central do
Brasil (1937-1975)
RFFSA (1975-1998)
MRS (1998-2007) |
CORUPUTUBA
Município de Pindamonhangaba, SP (Veja
o bairro) |
| Ramal de São Paulo - km 318,416
(1960) |
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SP-0018 |
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Inauguração: 15.12.1937 |
| Uso atual: estação |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: Em 1869,
foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte
(ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho, saindo da linha
da SPR no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha. Em 12/05/1877,
chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica, encontrou-se
com a E. F. Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro e pertencia
ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal, que saía do
tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo Cachoeira no
terminal navegável dois anos antes e com bitola larga (1,60m). A inauguração
oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877, com
festas. As cidades da linha se desenvolveram, e as que eram prósperas
e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"... O custo da baldeação
em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da
decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889, com a
queda do Império, a E. F. D. Pedro II passou a se chamar E. F. Central
do Brasil, que, em 1896, incorporou a já falida E. F. do Norte,
com o propósito de alargar a bitola e unificar as 2 linhas. O primeiro
trecho ficou pronto em 1901 (Cacheoira-Taubaté) e o trecho
todo em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela RFFSA. O trecho
entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos anos 1980,
pois a construção da variante do Parateí, mais ao norte, foi aos poucos
provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998, o transporte
de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado, com o fim do
Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a concessionária
da linha. O transporte de subúrbios, existente desde 1914 no ramal,
continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi e no trecho D. Pedro
II-Japeri, no RJ. |
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| A ESTAÇÃO: Curuputuba
foi aberta em 1937 como um posto telegráfico. Mais tarde foi
construído um prédio para a estação, que
continua ativa até hoje com pelo menos um desvio, isto, na
época em que (anos 1950) foi construída a variante
Pindamonhangaba-Roseira, cuja linha cruzava com o leito da linha
antiga exatamente nesta estação. Ou seja, ela ficou
no exato lugar em que estava antes. Ao lado da estação
existe um prédio depredado que muito provavelmente era o posto
telegráfico original: uma casa, construção típica
da Central dos anos 20/30. A estação fica junto à
fazenda Curuputuba, que hoje abriga uma fábrica de celulose
e papel, a Nobrecel, distante cerca de 1,5 km da estação.
"Nos últimos anos da RFFSA havia mais um ponto de embarque
de areia em Moreira César, localizado próximo à Confab e Villares,
se não me falha a memória pertencia a uma empresa chamada Pedrasil.
O desvio e o local de embarque ainda existem. Também ainda
existe parte do antigo desvio para a fábrica de papel, que
se estende até alguns metros da estação; na última vez
que estive lá, os trilhos estavam cobertos de areia. Houve
comentários de reativação há algum tempo; quando estive na escala
de Roseira, um trem com um ou dois vagões da VCP na cauda parou para
manobrá-los ali para depois seguirem para Coruputuba. Na época
falaram em testes mas ninguém sabia o motivo real do fato deles terem
sido desviados para lá" (Marco Giffoni, 01/2007).
(Fontes: Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Ralph
Giesbrecht, 2002; Marco Giffoni, 2007; José Emilio Buzelin) |
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A estação, sem data, provavelmente anos 1950.
Foto cedida por Wanderley Duck |

A estação de Curuputuba, em 20/04/2002. Foto Ralph
M. Giesbrecht |

A estação de Curuputuba, em 20/04/2002. Ao lado,
em um dos desvios, uma locomotiva ainda com as insígnias
da extinta RFFSA, mas de propriedade da MRS. Foto Ralph M. Giesbrecht |

O prédio que supostamente era o posto telegráfico
original, ao lado da linha, em 20/04/2002... Foto Ralph M. Giesbrecht |

... e a depredação, infelizmente hoje já
costumeira. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação de Curuputuba, em 20/04/2002. Foto Ralph
M. Giesbrecht |
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| Atualização:
21.07.2010
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