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Cia.
Paulista de Estradas de Ferro (1959-1971)
FEPASA (1971-1998) |
DRACENA
Município
de Dracena, SP |
| Linha-tronco
oeste - km 671,803 |
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SP-0098 |
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Inauguração: 30.12.1959 |
| Uso atual: Centro
cultural |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1959
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| HISTORICO
DA LINHA: O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que
parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir
da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais
de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por
pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista
em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava
somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na
beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola
métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação
da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista.
Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre
Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado,
suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação
até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998
operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente
até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos. |
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A ESTAÇÃO:
Dracena foi aberta no final de 1959. Em 1986, ainda estava
aberta. Foi fechada em meados dos anos 90. "A estação
está abandonada e toda pichada e, como quase em todas as estações
da Alta Paulista, havia mendigos dormindo em seu interior. Apesar
do abandono, existe ao lado da estação uma casa toda
pintada com as cores e o símbolo da Ferroban, que deve ser
um escritório, mas, como estava fechada, não deu para
saber. Na frente da estação existe uma faixa do Sindicato
dos Ferroviários

ACIMA: A linha, em setembro de 2006, totalmente abandonada,
com a estação de Dracena ao fundo. Em 2007, a linha
foi recuperada pela ALL, mas o tráfego ferroviário continua
praticamente nulo (Foto Adriano de Avance Moreno).
protestando contra a privatização da ferrovia:
"PRIVATIZAÇÃO - APÓS A DESTRUIÇÃO
DA FERROVIA, OS TRABALHADORES FERROVIÁRIOS CAMINHAM DA MISÉRIA
P/ MORTE - SINDICATO DOS FERROVIÁRIOS Z. PAULISTA". Segundo
informações de um senhor que vendia frutas por ali,
a estação será transformada numa espécie
de asilo" (Fabio Vasconcelos, 12/10/2001). Em 2003,
a antiga estação foi recuperada e transformada num centro
cultural. Menos mal. |
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| Atualização:
11.06.2008
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