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VXY Mogiana em MG
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Cabrália
Duartina
Esmeralda
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Tronco oeste CP-1970

IBGE-1970
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1999
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Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1925-1971)
FEPASA (1971-1976)
DUARTINA
Municípios de Piratininga (1925-1926)
Duartina (1926-), SP
Ramal de Agudos - km
Linha-tronco oeste - km 392,954
  SP-0114
Altitude: 509 m   Inauguração: 07.09.1925
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: c.1929 (já demolido)
 
 
HISTORICO DA LINHA: O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista. Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado, suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998 operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos.
 
A ESTAÇÃO: O nome original da localidade era Santa Luzia do Serrote e o nome de Duartina foi dado em 1925 para seguir a seqüência alfabética (após C de Cabrália) da Cia. Paulista, como homenagem a Duarte da Costa, segundo Governador Geral do Brasil e não, como outras fontes dizem, ao padre Carlos Duarte da Costa, bispo de Botucatu.

A estação foi inaugurada em 1925, ainda no ramal de Agudos.

A partir de 1941, passou a fazer parte do tronco oeste.

Seguiu em atividade até 01/05/1976, com a substituição do trecho Bauru-Garça pela variante atual, mais curta e que corre mais ao norte.

Nos anos 1990, foi demolida pela Prefeitura, depois de ter servido como estação rodoviária, e, no seu lugar, construído uma rotatória, "porque interrompia a passagem da rua para a nova estação rodoviária". O armazém continua de pé, transformado em fábrica de móveis.

ACIMA: A inauguração da estação de Duartina alterou os horários da Paulista. Durante um curto tempo, a estação seria a terminal da linha. CLIQUE SOBRE A NOTICIA PARA VÊ-LA MAIOR (Correio Paulistano, 4/9/1925).

AO LADO: Anúncio da inauguração da estação de Duartina, oito dias antes (O Estado de S. Paulo, 6/2/1925)

(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Ricardo Frontera; Correio Paulistano, 1925; O Diario de S. Paulo, 1925 e 11/12/1942; O Avaiense, 01/2008; Cia. Paulista: relatórios anuais, 1872-1969; O Estado de São Paulo, 1976; IBGE, 1970; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação de Duartina nos anos 1930. Foto cedida por Ricardo Frontera

Placa da estação, anos 1930. Acervo do Museu Histórico Municipal de Duartina, cedida por Ricardo Frontera

A estação nos anos 1930. Acervo do Museu Histórico Municipal de Duartina, cedida por Ricardo Frontera

A estação de Duartina nos anos 1940. Acervo do Museu Histórico Municipal de Duartina, cedida por Ricardo Frontera

Festa em Duartina, 1947. Foto cedida por Ricardo Frontera

Festa em Duartina, 1947. Foto cedida por Ricardo Frontera

A estação de Duartina nos anos 1940. Foto cedida por Ricardo Frontera

Estação de Duartina, anos 1950. Foto dos arquivos do Museu da Companhia Paulista, em Jundiaí

Em 10/10/1999, só sobrava o armazém. Foto Ralph M. Giesbrecht
     
Atualização: 19.11.2016
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.