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| E. F. Santos-Jundiaí
(1950-c.1990) |
ELETROCLORO
(antiga ELDORADO)
Município de Santo André, SP |
| Linha-tronco - km 37,915 |
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SP-0136 |
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Inauguração: 02.10.1950 |
| Uso atual: abandonada |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A São Paulo
Railway - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi a primeira estrada de
ferro construída em solo paulista. Construída entre 1862 e 1867 por
investidores ingleses, tinha inicialmente como um de seus maiores
acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos, transportou
durante muito anos - até a década de 30, quando a Sorocabana abriu
a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros
de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro
funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946,
com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União
sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e é usado
até hoje, embora nos anos 70 tenha passado a pertencer à REFESA, e,
em 1997, tenha sido entregue à concessionária MRS, que hoje a controla.
O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997, mas
o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continua até hoje com as
TUES dos trens metropolitanos. |
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A ESTAÇÃO: A estação foi
aberta em 1950 com o nome de Eldorado. Em 8/9/1966, passou
a se chamar Eletrocloro devido à fábrica (hoje Solvay)
que desde 1947 fica junto à linha e à estação. Está desativada há
anos. Os ramais que saíam da linha principal da E. F. Santos-Jundiaí
ainda estão ativos: "Sou
morador

Acima, a estação (com o nome errado),
à direita, e, alguns metros antes, a saída dos desvios,
ainda usados para o recebimento de sal (Mapa de 1992, cortezia Rafael
Asquini).
da cidade de Ribeirão
Pires onde utilizo diariamente os trens da linha D (Rio Grande da
Serra-Luz). Com relação à estação Eletrocloro,
trabalhei na Solvay de 2000 a 2006 e utilizei diversas vezes aquela
passarela que está na foto do site, para efetuar manutenção
na estação de captação de águas que fica do outro lado da linha férrea.
O desvio é utilizado desde da fundação da fábrica para trazer
a sua matéria-prima principal: sal. Durante o tempo em que estive
por lá diariamente os vagões da MRS descarregavam toneladas de sal
que são armazenadas num galpão encostado à linha férrea,
alguns metros a frente do ponto em que foi tirada a foto de Wilson
Santis Jr (abaixo)" (Vlademir dos Santos Oliveira, 03/2008). |
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A estação, ao fundo, em 2002. À direita,
saída do desvio da atual Solvay. Foto tirada em direção
a Paranapiacaba, por Luiz Rafael de Souza |

Pátio da estação, em 6/11/2004. Note o
desvio que entra na fábrica, hoje não utilizado.
Foto Wilson de Santis Jr. |
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| Atualização:
26.07.2010
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