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E. F. Central do
Brasil (1924-1975)
RFFSA (1975-1996)
MRS (1996-2006) |
ALBERTO
FLORES
Município de Brumadinho, MG |
| Linha do Paraopeba - km 574,000 (1960) |
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MG-1481 |
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Inauguração: 13.06.1924 |
| Uso atual: estação - base operacional
da MRS |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha do
Paraopeba, assim chamada porque durante boa parte de sua extensão
acompanha o rio do mesmo nome, foi construída em bitola larga,
provavelmente para aliviar o tráfego de trens entre o Rio de
Janeiro e Belo Horizonte que até sua abertura tinha de passar
pela zona de mineração da Linha do Centro, até
General Carneiro, onde saía a linha para a capital mineira.
Além disso, até então havia baldeação
para bitola métrica em Burnier, o que dificultava as operações
principalmente dos trens de passageiros entre as duas capitais. A
linha do Paraopeba, saindo da estação de Joaquim Murtinho,
foi aberta até a estação de João Ribeiro
em 1914 e até Belo Horizonte em 1917. Dali a General Carneiro
foi mantida a bitola de métrica no trecho já existente.
Com isso se estabelecia a ligação direta sem baldeações
entre o Rio e Belo Horizonte. O trem de passageiros trafegou por ali
até 1979, quando, depois de uma ou duas tentativas rápidas
de reativação, foi extinto. O movimento de cargueiros
continua intenso até hoje, com a concessionária MRS,
até a estação do Barreiro, próxima a BH,
e depois com a FCA até General Carneiro, agora sim com bitola
mista, métrica e larga. |
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| A ESTAÇÃO: A estação
de Alberto Flores teria sido inaugurada em 1924 (segundo o
Guia Geral de 1960). Max Vasconcellos, no entanto, em sua obra
de 1928, não a cita. Nos guias Levi, era citada apenas a partir
de 1951. Em 1982, a vila tinha umas 10 casas, e, como as outras estações
próximas a Brumadinho, fica às margens da ferrovia
e do rio Paraopeba. O solo é "puro minério de
ferro". "O prédio da estação, embora guarde alguma
'fidelidade ao passado', é de construção da RFFSA. A linha à direita
do prédio é o acesso à Mina de Córrego do Feijão, da CVRD. Na extremidade
direita, onde provavelmente estava o prédio original da estação, a
linha principal. Há muita movimentação de minério na área. A MRS mantém
um plantão operacional na estação, ocupando-a. No inicio deste ano
houve um grande acidente neste local, sendo perdidas 3 locomotivas
e 130 vagões carregados de minério de ferro, procedentes da Mina de
Córrego do Feijão. Ainda há destroços de vagões nas margens da linha"
(Gutierrez L. Coelho, 08/2004). "O muro de carga ali
recebe minério da região do córrego do Feijão. O muro visto na foto
ainda guarda marcas profundas do acidente com o trem da MRS que desceu
sem freio da Mina do Feijão, que provocou a baixa de uma SD40E e uma
U23C cerca de dois anos atrás" (Pedro Paulo Rezende, 08/2006).
(Fontes: Vias Brasileiras de Comunicação, 1928, Max
Vasconcellos; Pedro Paulo Rezende, 08/2006; Gutierrez L. Coelho, 08/2004;
Guias Levi, 1932-1980; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil,
1960; Décio Lima Jardim e Marcio Cunha Jardim, História
e Riquezas do Município de Brumadinho, Prefeitura Municipal
de Brumadinho, 1982) |
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A estação em 29/08/2004. Foto Gutierrez L. Coelho |
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| Atualização:
22.10.2011
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