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VXY Mogiana em MG
Indice de estações
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Marinhos
Coronel Eurico
Parada Dona
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: N/D
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Linha do Paraopeba - 1931
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E. F. Central do Brasil (1934-1975)
RFFSA (1975-c. 1978)
CORONEL EURICO (antiga TOCAS)
Município de São José do Paraopeba, MG
Linha do Paraopeba - km 559,420 (1960)   MG-3682
    Inauguração: 28.02.1934
Uso atual: abandonada   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: A linha do Paraopeba, assim chamada porque durante boa parte de sua extensão acompanha o rio do mesmo nome, foi construída em bitola larga, provavelmente para aliviar o tráfego de trens entre o Rio de Janeiro e Belo Horizonte que até sua abertura tinha de passar pela zona de mineração da Linha do Centro, até General Carneiro, onde saía a linha para a capital mineira. Além disso, até então havia baldeação para bitola métrica em Burnier, o que dificultava as operações principalmente dos trens de passageiros entre as duas capitais. A linha do Paraopeba, saindo da estação de Joaquim Murtinho, foi aberta até a estação de João Ribeiro em 1914 e até Belo Horizonte em 1917. Dali a General Carneiro foi mantida a bitola de métrica no trecho já existente. Com isso se estabelecia a ligação direta sem baldeações entre o Rio e Belo Horizonte. O trem de passageiros trafegou por ali até 1979, quando, depois de uma ou duas tentativas rápidas de reativação, foi extinto. O movimento de cargueiros continua intenso até hoje, com a concessionária MRS, até a estação do Barreiro, próxima a BH, e depois com a FCA até General Carneiro, agora sim com bitola mista, métrica e larga.
 
A ESTAÇÃO: A parada de Tocas foi inaugurada em 1934. A parada mudou de nome após 1960 e passou a se chamar chama Coronel Eurico, em homenagem ao Coronel Eurico Souza Gomes, ex-diretor da Central do Brasil. Em 1982, com a parada já desativada, era uma vila de 40 casas entre o rio Paraopeba e a sede do distrito de Aranha, na época pertencente ao município de Brumadinho; hoje está em São José do Paraopeba. Próximo à parada ficam os córregos da Parada Dona e da Lagoa Grande, além do ribeirão dos Marinhos. Nessa época o povoado era também conhecido com o nome de Lagoa Grande, ainda como Tocas - nome também da parada por algum tempo, mas o povoado não fica assim tão perto da antiga parada. Um tanto confuso em termos de nomes. (Fontes: Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guia Levi, 1932-1980; Décio Lima Jardim e Marcio Cunha Jardim, História e Riquezas do Município de Brumadinho, Prefeitura Municipal de Brumadinho, 1982; Gutierrez L. Coelho, 2004)
     

A parada em 20/08/2006. Foto Pedro Paulo Rezende
     
Atualização: 22.10.2011
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.