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VXY Mogiana em MG
Indice de estações
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Vila Militar
Magalhâes Bastos
Realengo
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: N/D
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E. F. Central do Brasil (1914-1975)
RFFSA (1975-1996)
Supervias (1996-2011)
MAGALHÃES BASTOS
Município do Rio de Janeiro, RJ
Ramal de Mangaratiba - km 25,180 (1928)   RJ-1472
    Inauguração: 1914
Uso atual: estação de trens metropolitanos   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Angra, posteriormente chamado de ramal de Mangaratiba, foi inaugurado em 1878, partindo da estação de Sapopemba (Deodoro) até o distante subúrbio de Santa Cruz. Somente foi prolongado em 1911 até Itaguaí, e em 1914 chegou a Mangaratiba, de onde deveria ser prolongado até alcançar Angra dos Reis, onde, em 1928, a E. F. Oeste de Minas havia atingido com sua linha vinda de Barra Mansa. Tal nunca aconteceu, e o ramal, com trechos belíssimos ao longo da praia, muito próximo ao mar, transportou passageiros em toda a sua extensão até por volta de 1982, quando foi desativado. Antes disso, em 1973, uma variante construída pela RFFSA e que partia de um ponto próximo à estação de Japeri, na Linha do Centro, permitia que trens com minério alcançassem o porto de Guaíba, próximo a Mangaratiba, encontrando o velho ramal na altura da parada Brisamar. A variante, entretanto, deixava de coincidir com o ramal na altura da ponta de Santo Antonio, onde desviava para o porto; com isso, em 30/06/1983, o trecho original entre esse local e Mangaratiba foi erradicado e os trens passaram a circular somente entre Deodoro e Santa Cruz, de onde voltavam. Hoje, esse trecho ainda é usado pelos trens de subúrbio, o trecho entre Santa Cruz e Brisamar está abandonado e o restante, Brisamar-porto, é utilizado pelos trens de minério apenas.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Magalhães Bastos foi inaugurada em 1914 e seu nome homenageia Antonio Leite de Magalhães Bastos Filho, coronel comandante do Primeiro Batalhão de Engenharia. Aliás, seu nome original era Coronel Magalhães Bastos. Max Vasconcellos afirmava em 1928 que "os moradores da ala esquerda da Villa Militar serviam-se do pequeno estribo de Cel. Magalhães Bastos." Ou seja, era apenas uma paradinha próxima (menos de 1 km) da estação anterior, que levava o nome da Vila Militar. A partir do final de 2003, a estação ficou um ano sem que trens com destino a Santa Cruz pudessem parar na plataforma para desembarque de passageiros, fato que levou a população do local a ter de tomar ônibus até a estação do Realengo para ali tomar o trem.. A plataforma foi destruída em função de uma tubulação de água que se rompeu. Após cobranças e mais cobranças, reportagens em jornais e nada ser resolvido, foi impetrada Ação Cívil Pública contra a Supervia para que se resolvesse o problema. O serviço afinal foi executado, além melhorias como a cobertura da de parte da plataforma, construção de banheiros sanitários, pintura etc. A vitória da população do bairro e dos usuários do trem foi alcançada devido à participação da associação comunitária de Magalhães Bastos e do site www.magalhaesbastos.com.br conseguindo a dificil tarefa de ter uma estação de trem decente.
(Fontes: Anderson Souza, 2007; Wanderley Duck; Rogério Ferreira, 2006; Max Vasconcellos: Vias Brasileiras de Communicação, 1928; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação de Magalhães Bastos, sem data. Acervo Rogerio Ferreira da Silva, do site www.magalhaesbastos.com.br

A estação, sem data. Autor desconhecido

A estação, em 2003. Foto cedida por Wanderley Duck

A estação em 2007. Foto Anderson
   
     
Atualização: 09.05.2011
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.