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| E.
F. Leopoldina (n/d-1973) |
ESCURIAL
Município
de Itaboraí, RJ |
| Linha do
Cantagalo - km 80,537 (1960) |
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RJ-4207 |
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Inauguração: n/d |
| Uso atual: demolida |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolida) |
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| HISTORICO
DA LINHA: O que se convencionou chamar de Linha do
Cantagalo pela E. F. Leopoldina correspondia a apenas parte da E.
F. Cantagalo, ferrovia original da região. Entre 1860 e 1873, a linha
foi construída e aberta entre Porto das Caixas e Macuco, além da cidade
de Friburgo. Essa linha originalmente tinha a bitola de 1,676m, depois
reduzida para 1,109m e finalmente para métrica. O prolongamento desde
a estação de Cordeiro, nesse trecho, até Portela, Às margens do rio
Paraíba do Sul, somente foi aberto por pequenos trechos, entre 1876
e 1890, e esse trecho no início era chamado de Ramal Férreo do Cantagalo.
Em 1890 a Leopoldina já era dona de todo o trecho, e passou a utilizar
o termo Linha do Cantagalo. Esta linha foi fechada por partes: entre
Cachoeira de Macacu e Portela a supressão ocorreu em 1967, enquanto
que o trecho inicial foi suprimido em 1973. Os
trens de passageiros acabaram antes: entre 1962 e 1963 no trecho Cantagalo-Portela
e em
15 de julho de 1964
no trecho Cachoeira de Macacu-Cantagalo. Em
1969, o trecho inicial do ramal também teve os trens cancelados. |
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A ESTAÇÃO:
Da Parada Escurial não tenho informações
sobre a data de sua abertura. Próxima a ela há uma magnífica
ponte de ferro (mostrada ao lado); a parada já desapareceu
há tempos, bem como qualquer outro vestígio de que por
ali tenha um dia passado a quarta ferrovia mais antiga do Brasil.
"Estava confirmando algumas informações e a mais surpreendente
delas, pra mim é a parada Escurial, na linha do Cantagalo. Há cerca
de dois anos atrás estive
ACIMA:
Ponte ferroviária sobre o rio Caceribu, reconstruída
em 1914, próxima à parada de Escurial, em 2006 (Foto
Cleiton L. L. Pieruccini).
tirando fotos da ponte ferroviária sobre o rio Caceribu.
Cliquei uma casa distante mais ou menos duzentos metros da ponte,
abandonada em meio ao mato. Tirei a foto apenas por tirar sem saber
que se tratava da parada. Por estar localizada dentro das terras do
Comperj (polo petroquímico) teve o mesmo fim que estação de
Sambaetiba, foi demolida". (Fontes: Cleiton L. L. Pieruccini,
09/2008; Guia Geral de Estradas de Ferro, 1960; Guias Levi, 1932-1984) |
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A antiga parada, ao fundo, em 2006. É a casa ao fundo,
demolida pouco depois da foto. Foto Cleiton L. L. Pieruccini |
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| Atualização:
19.04.2010
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