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E. F. Leopoldina
(n/d-1975)
RFFSA (1975-1996) |
IMBETIBA
Município de Macaé, RJ |
| Ramal de Imbetiba - km 224,050 (1960) |
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RJ-4477 |
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Inauguração: n/d |
| Uso atual: desconhecido |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA:
O ramal de Imbetiba tinha apenas
dois quilômetros e foi construído em data não
identificada. Partia da estação de Macaé. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Imbetiba não tem data de inauguração
conhecida por mim. "Se não me engano, a área de Imbetiba,
incluindo o pequeno porto, foi o ponto inicial da E. F. Macaé a Campos,
e as oficinas acabaram sendo expandidas no tempo da Leopoldina Railway
para reparação geral, inclusive de locomotivas a vapor. Quando a reparação
de locomotivas a vapor foi desativada em meados dos anos 50, substituída
pela nova oficina de Campos, restou a reparação de vagões, cada vez
mais precária, até o final dos anos 60. A área da oficina, já valorizada,
acabou sendo negociada com a Petrobras após a dscoberta de petróleo
na bacia de Campos no inicio da década de 1970. Sei por colegas mais
antigos que após a transferência da propriedade do terreno, a Petrobras
ainda levou alguns anos na justiça para garantir a desocupação da
"casa do engenheiro" no alto do morro" (Eduardo Coelho,
3/2012). A oficina de Imbetiba chegou a ser uma das principais
da E. F. Leopoldina para reparação de locomotivas a
ACIMA:
A fotografia mostra a entrada do pátio da então oficina de Imbetiba.
Toda esta área foi reurbanizada em meados dos anos 1970 e faz parte
atualmente da Unidade de Operação Bacia de Campos, da Petrobras, em
Macaé, ainda com acesso ferroviário até o pátio da estação (Foto:
autor desconhecido - cessão João Silva. Texto: Eduardo
Coelho). ABAIXO: Pátio de Imbetiba com a oficina em 1940. Reparem
que havia uma pera dando a volta no morro e no alto deste ficava a
casa do engenheiro-chefe com uma bela vista, sem dúvida (Acervo Ricardo
Quintero de Matos).
vapor,
mas entrou em decadência em meados dos anos 1950 com a inauguração
das oficinas de Campos, para locomotivas a vapor e diesel,
ficando a de Imbetiba apenas com a reparação de vagões. Ela
foi fechada pela RFFSA, sendo toda a área vendida para a Petrobras
construir a base de onde começaram suas operações "offshore" na Bacia
de Campos a partir de 1976-77. O ramal de Imbetiba, entre a estação
(no Centro) e a base da Petrobras (onde está o porto) está desativado
desde o fim do transporte de diesel entre a REDUC (Refinaria de Duque
de Caxias, RJ) e o porto de Imbetiba há pelo menos uns cinco
anos. Em Imbetiba estão o porto, oficinas e escritórios da
Petrobras, construídos na área das antigas oficinas de locomotivas
a vapor da EFL (até inicio dos anos 50 +/-), e que depois passou a
reparar carros e vagões até ser gradualmente desativada pela RFFSA.
Vamos aguardar se não vai ficar "ficar no desvio" como tantos outros.
(Fontes: Eduardo Coelho; Ricardo Quintero
de Matos; João Silva; Edmundo Siqueira: Resumo Histórico
da Leopoldina Railway, 1938; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil,
1960; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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| Atualização:
11.03.2012
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