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E.
F. Sorocabana (1951-1971)
FEPASA (1971-1994)
CPTM (1994-2008) |
GENERAL
MIGUEL COSTA
(antiga MATADOURO e KM 21)
Município
de Osasco, SP |
| Linha-tronco
- km 21 |
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SP-0845 |
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Inauguração: 1951 |
| Uso atual: estação
de trens metropolitanos |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1979
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| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Sorocabana foi fundada em 1872, e o primeiro trecho
da linha foi aberto em 1875, até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu
até 1922, quando atingiu Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná.
Antes, porém, a EFS construiu vários ramais, e passou por trocas de
donos e fusões: em 1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na
época à beira da falência. Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia,
vendida para o Governo paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para
o grupo de Percival Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas
linhas incorporadas pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a
ser o dono, por causa da situação precária do grupo detentor. Assim
foi até 1971, quando a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal
FEPASA. O seu trecho inicial, primeiro até Mairinque, depois somente
até Amador Bueno, desde os anos 20 passaram a atender principalmente
os trens de subúrbio. Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho
passou a ser administrado por ela. Trens de passageiros de longo percurso
trafegaram pela linha-tronco até 16/1/1999, quando foram suprimidos
pela concessionária Ferroban, sucessora da Fepasa. A linha está ativa
até hoje, para trens de carga. |
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| A ESTAÇÃO:
O nome original da estação General Miguel Prestes era apenas
"km 21", mas, como perto dela, localizava-se um matadouro,
na então divisa dos municípios de São Paulo e Barueri,
o nome ficou popularizado como Matadouro, nome usado já nos
relatórios da Sorocabana no início dos anos 70. Com o passar do tempo,
ele foi desativado e a região tornou-se densamente habitada, e, junto
à agora divisa dos municípios de Osasco e de Carapicuíba,
este desmembrado de Barueri, construiu-se um enorme conjunto
de prédios da COHAB. Os moradores destes utilizavam-se da estação
para embarque e desembarque, mas com o tempo passaram a ser motivo
de chacota dos outros passageiros, que diziam que quem ia para esta
estação ia "para o Matadouro". Houve até casos de morte por
isso. A Sorocabana, então, cancelou o nome e renomeou-a apenas como
"km 21". Em 25/01/1979, a estação passou a ter um prédio novo,
para atender agora não mais à Sorocabana, mas aos trens da Fepasa,
demolindo-se, então, o prédio antigo. Em 1987, o filho do General
Miguel Costa (comandante da Força Pública entre as revoluções
de 1930 e 1932 e também um dos chefes da famosa coluna Miguel Costa-Prestes),
Miguel Costa Filho, conseguiu o nome de seu pai para a estação,
alegando que uma estação importante como aquela não poderia ter um
nome como "km 21" e que seu pai havia estado várias vezes na
região, por volta de 1920, com amigos. Como a estação ainda
não existia nessa época, eles pediam ao maquinista para parar o trem
por ali, e desciam. Em 05/12/1987, a estação passou a ter o nome atual.
Ela está situada exatamente na divisa de Osasco com Carapicuíba,
onde termina a avenida dos Autonomistas e começa a avenida Rui Barbosa.
A estação, até 1978, ficava em Carapicuíba;
hoje, fica em Osasco, pois a atual foi construída mais a leste.
"O matadouro ficava em frente à estação (prédio à esquerda
- ver foto dos anos 1960, abaixo). Após a curva que vemos na foto
fica o córrego que hoje é divisa de Carapicuíba com Osasco. A atual
estação fica depois do riacho. Parte da antiga plataforma do lado
direito da foto fica em frente à favela que hoje existe ali. O matadouro
depois de desativado ficou abandonado por muitos anos. Então começou
a ser invadido e se transformou num enorme cortiço com extensão à
favela que existia nos fundos do antigo "lixão" de Carapicuíba. Por
ocasião da construção do rodoanel a favela foi removida e o que ainda
restava das paredes do antigo matadouro foi derrubado. Hoje, vê-se
apenas pequenos sinais dos alicerces. A favela só mudou de lado. E
hoje coloca em risco a operação ferroviária com constantes riscos
de atropelamentos das pessoas que por ali transitam indevidamente"
(Carlos Almeida, 12/2005). CLIQUE
AQUI PARA VISUALIZAR A ESTAÇÃO VISTA DO SATELITE |
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A estação antiga do Matadouro, anos 1960. Acervo
José Luiz Alves de Oliveira |
Plataforma da estação atual, anos 1990. Foto cedida
por William Gimenez |

Em 21/06/1998, a estação. Foto Ralph M. Giesbrecht
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| Atualização:
14.05.2008
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