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Quitaúna
Gal. Miguel Costa
Carapicuíba
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Tronco EFS-1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2011
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E. F. Sorocabana
(1951-1971)
FEPASA (1971-1994)
CPTM (1994-2011) |
GENERAL
MIGUEL COSTA
(antiga MATADOURO e KM 21)
Município de Osasco, SP |
| Linha-tronco - km 21 |
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SP-0845 |
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Inauguração: 1951 |
| Uso atual: estação de trens metropolitanos |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1979 |
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| HISTORICO DA LINHA: A E. F. Sorocabana
foi fundada em 1872, e o primeiro trecho da linha foi aberto em 1875,
até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu até 1922, quando atingiu
Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná. Antes, porém, a EFS
construiu vários ramais, e passou por trocas de donos e fusões: em
1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na época à beira da falência.
Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia, vendida para o Governo
paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para o grupo de Percival
Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas linhas incorporadas
pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a ser o dono, por causa
da situação precária do grupo detentor. Assim foi até 1971, quando
a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal FEPASA. O seu trecho
inicial, primeiro até Mairinque, depois somente até Amador Bueno,
desde os anos 20 passaram a atender principalmente os trens de subúrbio.
Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho passou a ser administrado
por ela. Trens de passageiros de longo percurso trafegaram pela linha-tronco
até 16/1/1999, quando foram suprimidos pela concessionária Ferroban,
sucessora da Fepasa. A linha está ativa até hoje, para trens de carga. |
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A ESTAÇÃO: O nome original
da estação General Miguel Costa era apenas "km 21",
mas, como perto dela, localizava-se um matadouro, na então divisa
dos municípios de São Paulo e Barueri, o nome ficou
popularizado como Matadouro, nome usado já nos relatórios da
Sorocabana no início dos anos 1970. Com o passar do tempo, ele foi
desativado e a região tornou-se densamente habitada, e, junto à agora
divisa dos municípios de Osasco e de Carapicuíba, este
desmembrado de Barueri, construiu-se um enorme conjunto de
prédios da COHAB. Os moradores destes utilizavam-se da estação para
embarque e desembarque, mas com o tempo passaram a ser motivo de chacota
dos outros passageiros, que diziam que quem ia para esta estação ia
"para o Matadouro". Houve até casos de morte por isso. A Sorocabana,
então, cancelou o nome e renomeou-a apenas como "km 21". Em
25/01/1979, a estação passou a ter um prédio novo, para atender agora
não mais à Sorocabana, mas aos trens da Fepasa, demolindo-se, então,
o prédio antigo. Em 1987, o filho do General Miguel Costa (comandante
da Força Pública entre as revoluções de 1930 e 1932 e também um dos
chefes da famosa coluna Miguel Costa-Prestes), Miguel Costa
Filho, conseguiu o nome de seu pai para a estação, alegando que
uma estação importante como aquela não poderia ter um nome como "km
21" e que seu pai havia estado várias vezes na região,
por volta de 1920, com amigos. Como a estação ainda não existia nessa
época, eles pediam ao maquinista para parar o trem por ali, e desciam.
Em 05/12/1987, a estação passou a ter o nome atual. Ela está situada
exatamente na divisa de Osasco com Carapicuíba, onde
termina a avenida dos Autonomistas e começa a avenida Rui Barbosa.
A estação, até 1978, ficava em Carapicuíba;
hoje, fica em Osasco, pois a atual foi construída mais a leste.
"O matadouro ficava em frente à estação (prédio à esquerda
- ver foto dos anos 1960, abaixo). Após a curva que vemos na foto
fica o córrego que hoje é divisa de Carapicuíba com Osasco. A atual
estação fica depois do riacho. Parte da antiga plataforma do lado
direito da foto fica em frente à favela que hoje existe ali. O matadouro
depois de desativado ficou abandonado por muitos anos. Então começou
a ser invadido e se transformou num enorme cortiço com extensão à
favela que existia nos fundos do antigo "lixão" de Carapicuíba. Por
ocasião da construção do rodoanel a favela foi removida e o que ainda
restava das paredes do antigo matadouro foi derrubado. Hoje, vê-se
apenas pequenos sinais dos alicerces. A favela só mudou de lado. E
hoje coloca em risco a operação ferroviária com constantes riscos
de atropelamentos das pessoas que por ali transitam indevidamente"
(Carlos Almeida, 12/2005). CLIQUE
AQUI PARA VISUALIZAR A ESTAÇÃO VISTA DO SATELITE
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; José
Luiz Alves de Oliveira; Miguel Costa Filho; William Gimenez; E. F.
Sorocabana: relatórios anuais; Carlos Almeida; Mapa - acervo
R. M. Giesbrecht) |
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A estação antiga do Matadouro, anos 1960. Acervo
José Luiz Alves de Oliveira |
Plataforma da estação atual, anos 1990. Foto cedida
por William Gimenez |

Em 21/06/1998, a estação. Foto Ralph M. Giesbrecht
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| Atualização:
25.05.2011
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