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VXY Mogiana em MG

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Jundiaí Paulista
Horto
Corrupira
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Tronco CP-1935
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 1996
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Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1904-1971)
FEPASA (1971-1998)
HORTO
Município de Jundiaí, SP
Linha-tronco - km 4,945 (1958)   SP-1998
Altitude: 710,545 m   Inauguração: 25.07.1904
Uso atual: demolida   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolido)
 
 
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.
 
A ESTAÇÃO: A estação do Horto era uma pequena parada, que substituiu em 1905 a antiga parada de Santana, no km 7, um pouco adiante, e que foi demolida na época.

Por sua vez, Horto foi rebaixada a parada em 1961 e demolida após 1986, quando estava abandonada, deteriorada, sem portas, janelas ou pisos e coberta pelo mato.

Sobravam em 1996 apenas algumas pequenas casas de turma que ficavam anexas a ela, favelizadas. Ficavam numa estrada não-pavimentada que corria ao longo da linha.








À ESQUERDA: O dia em que a estação fechou e foi rebaixada a parada (O Estado de S. Paulo, 30/9/61).
     

A estação em 1918. Foto Filemon Peres

A estação do Horto, ao fundo, ao lado da linha. Provavelmente anos 1950. Autor desconhecido

Estação do Horto, nos anos 1970. Foto José Roberto Pascon

Em 1981, já se vê o abandono da estação. Foto Helcio Tagliolatto

Casa da administração, ao lado da estação, em 1981. Aqui morou Navarro de Andrade. Foto Helcio Tagliolato

A estação, em 1981. Foto Helcio Tagliolato

Casa do poço, ao lado da estação, em 1981. Foto Helcio Tagliolato

Em 1986, a estação já em ruínas. Foto do relatório da Fepasa, desse ano

Em 1986, outra visão das ruínas. Foto do relatório da Fepasa, desse ano

Em 15/05/1996, uma casa da antiga vila ferroviária, mas distante da antiga estação. Foto Ralph M. Giesbrecht
   
     
Atualização: 29.10.2016
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.