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Cia. Paulista de
Estradas de Ferro (1904-1971)
FEPASA (1971-1998) |
HORTO
Município de Jundiaí, SP |
| Linha-tronco - km 4,945 (1958) |
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SP-1998 |
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Inauguração: 25.07.1904 |
| Uso atual: demolida |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já demolido) |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco
da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas,
em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois
continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu
por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos
(1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz
(1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio
Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929),
chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou.
Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros
trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos
anos apenas no trecho Campinas-Araraquara. |
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| A ESTAÇÃO: A estação do
Horto era uma pequena parada, que substituiu em 1905 a antiga parada
de Santana, no km 7, um pouco adiante, e que foi demolida na
época. Por sua vez, Horto foi demolida após 1986, quando estava
abandonada, deteriorada, sem portas, janelas ou pisos e coberta pelo
mato. Sobraram apenas algumas pequenas casas de turma que ficavam
anexas a ela, hoje favelizadas. Ficam numa estrada não-pavimentada,
que corre ao longo da linha. |
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A estação em 1918. Foto Filemon Peres |

A estação do Horto, ao fundo, ao lado da linha.
Provavelmente anos 1950. Autor desconhecido |

Estação do Horto, nos anos 1970. Foto José
Roberto Pascon |

Em 1981, já se vê o abandono da estação.
Foto Helcio Tagliolatto |

Casa da administração, ao lado da estação,
em 1981. Aqui morou Navarro de Andrade. Foto Helcio Tagliolato
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A estação, em 1981. Foto Helcio Tagliolato |

Casa do poço, ao lado da estação, em 1981.
Foto Helcio Tagliolato |

Em 1986, a estação já em ruínas.
Foto do relatório da Fepasa, desse ano |

Em 1986, outra visão das ruínas. Foto do relatório
da Fepasa, desse ano |

Em 15/05/1996, só restos da plataforma e de uma casa
da antiga vila ferroviária. Foto Ralph M. Giesbrecht |
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| Atualização:
29.07.2010
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