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Jacareí
Limoeiro
Parada Lima
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ram. S. Paulo EFCB-1950
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2009
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E. F. Central do
Brasil (1894-1975)
RFFSA (1975-1998) |
LIMOEIRO
Município de São José
dos Campos, SP |
| Ramal de São Paulo - km 400,002
(1928) |
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SP-1238 |
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Inauguração: 05.10.1894 |
| Uso atual: moradia |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1926 |
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| HISTORICO DA LINHA: Em 1869,
foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte
(ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho, saindo da linha
da S.P.R. no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha. Em 12/05/1877,
chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica, encontrou-se
com a E.F. Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro e pertencia ao
Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal, que saía do tronco
em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo Cachoeira no terminal
navegável dois anos antes e com bitola larga (1,60m). A inauguração
oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877, com
festas. As cidades da linha se desenvolveram, e as que eram prósperas
e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"... O custo da baldeação
em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da
decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889, com a
queda do Império, a E.F.D.Pedro II passou a se chamar E.F. Central
do Brasil, que, em 1890, incorporou a E.F. do Norte, com o propósito
de alargar a bitola e unificá-las. Os trabalhos começaram em 1902
e terminaram somente em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela
RFFSA. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no
fim dos anos 1980, pois a construção da variante do Parateí, mais
ao norte, foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro
de 1998, o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado,
com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a
concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde
os anos 1920 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em
Mogi. |
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A ESTAÇÃO: A estação de
Limoeiro foi aberta em 1894. Em 1926, foi entregue o prédio
atual. A linha ali está abandonada há anos, por causa da não utilização
do trecho entre Mogi e São José dos Campos. A estação
esteve abandonada e depredada em frente a um bairro pobre, embora
recentemente tenham aparecido alguns movimentos para a sua restauração.
De qualquer forma, alguém se apossou dela para moradia e estava
cuidando dela dentro das possibilidades, em 2004. Logo depois, foi
abandonada novamente e em meados de 2007 os próprios moradores
do bairro passaram a fazer a limpeza e a reforma dela para abrigar
uma biblioteca, bastante precária em termos de instalações.
Não parece ter durado muito. Em março de 2009, várias
janelas estavam lacradas e a estação tinha à
sua frente sacos de lixo em profusão. A estação
está tombada pelo município desde 1996. O prédio
da estação, por sua vez, estava abandonado em abril
de 2009. No final desse ano, a Prefeitura conseguiu a guarda provisória
das estações cedidas pelo SPU.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Relatório
oficial da Central do Brasil, 1925; Max Vasconcellos: Vias Brasileiras
de Comunicação, 1928; Guia Geral das Estradas de Ferro
do Brasil, 1960; Mapa - R. M. Giesbrecht) |
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Estação de Limoeiro, depredada, em 20/01/2000.
Foto Ralph M. Giesbrecht |

Estação de Limoeiro, depredada, em 20/01/2000.
Foto Ralph M. Giesbrecht |

Estação de Limoeiro, depredada, em 20/01/2000.
Foto Ralph M. Giesbrecht |

Estação cada vez pior, em 01/2009. Foto Ralph
M. Giesbrecht |

Estação cada vez pior, em 01/2009. Foto Ralph
M. Giesbrecht |

Estação cada vez pior, em 01/2009. Foto Ralph
M. Giesbrecht |
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| Atualização:
29.01.2011
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