A B C D E
F G H I JK
L M N O P
Q R S T U
VXY Mogiana em MG
...
Embu-Guaçu
Mário Souto
Engenheiro Marsilac
...

Mairinque-Santos - 1937
...
ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1998
...
 
 
E. F. Sorocabana (1934-1971)
Fepasa (1971-1998)
MÁRIO SOUTO (antiga CIPÓ)
Município de Embu-Guaçu, SP
Mairinque-Santos - km 140,446 (1960)   SP-2310
    Inauguração: 05.04.1934
Uso atual: escritório?   com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1936 (já demolido)
 
HISTORICO DA LINHA: Projetada desde 1889, a Mairinque-Santos, linha que quebraria o monopólio da SPR para ligar o interior ao litoral foi iniciada em 1929 e terminada em 1937, com a ligação das duas frentes, uma vindo de Santos e outra de Mairinque. É uma das obras ferroviárias mais reportadas por livros no Brasil. Já havia, no entanto, tráfego desde 1930 nas duas partes, e o trecho desde Santos até Samaritá havia sido adquirido em 1927 da Southern São Paulo Railway, operante desde 1913. Com o fim da Sorocabana e a criação da Fepasa, em 1971, a linha foi prolongada até Boa Vista, no fim dos anos 80 (retificação do antigo ramal de Campinas). Houve tráfego de passageiros entre Mairinque e Santos até cerca de 1975, e mais tarde entre Embu-Guaçu e Santos, até novembro de 1997. A linha opera até hoje sob a administração da Ferroban.
 
A ESTAÇÃO: A estação foi inaugurada em 1934 como uma casa de madeira e com o nome de Cipó, e recebeu um prédio de alvenaria somente dois anos depois. Mais tarde, teve o seu nome alterado para Mário Souto, em homenagem àquele que havia sido o engenheiro-chefe das obras do ramal. O prédio ainda estava com chefe de estação em 1984, como atesta a foto maior abaixo. Em

ACIMA: A estação, ao fundo, e sobre a plataforma, além da placa da estação, o seu chefe da época. A foto é citada como sendo em 1984, mas há dúvidas, pois a foto de 1986 (abaixo) mostra, em muito pouco tempo, uma estação quase em ruínas (Acervo Leandro Guidini). ABAIXO: "Aguardando o trem na parada Mario Souto. A viagem foi desconfortável, pois havia mais passageiros que assentos disponíveis. Eu viajei a maior parte do tempo em pé. Não que me importe com isso, mas dificulta certas manobras fotográficas, como ir na plataforma do carro". O embarque já se dava na plataforma coberta, longe da antiga estação (Texto e foto Carlos R. Almeida, 19/2/1996).
1986, estava em mau estado (ficou tão ruim assim em dois anos apenas?), de acordo com dados do relatório de Instalações Fixas da Feapsa de 1986. Os desvios foram retirados e a parada passou a ser numa plataforma coberta existente a alguns metros da antiga estação, desativada, mas reformada mais tarde para outros usos. De qualquer forma, a paradinha também foi desativada, pois não há mais trens de passageiros desde o final de 1997. O antigo prédio da estação ainda estava de pé em 2005 e agora anexado a uma garagem de ônibus. A plataforma, se é que ainda existe, está coberta de mato, como pode ser visto na fotografia abaixo, tirada em janeiro de 2005.
     

A estação já em ruínas, em 1986. Foto do relatório da Fepasa desse ano

Em 09/05/1998, um pouco à frente, somente uma nova plataforma com uma cobertura simples: uma parada. Foto Ralph M. Giesbrecht

Placa ainda existente na parada, em 10/2002. Foto Adriano Martins

A parada, em 10/2002. Foto Adriano Martins

A antiga estação, em janeiro de 2005. Foto Leandro Guidini
 
     
Atualização: 03.08.2010
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.