|
|
|
Cia. Mogiana de
Estradas de Ferro (1912-1971)
FEPASA (1971-1979) |
MENDONÇAS
Município de Guatapará, SP |
| Ramal de Jataí - km 71,036 |
|
SP-2346 |
| |
|
Inauguração: 01.10.1912 |
| Uso atual: demolida |
|
sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1912 (já demolido) |
| |
| HISTORICO DA LINHA: O ramal de
Jataí foi construído entre 1910 e 1913, como uma variante da linha-tronco
da Mogiana, entre as estações de São Simão e de Ribeirão
Preto, pelo seu lado oeste, como uma linha de defesa de zona contra
a Cia. Paulista. Durante a sua construção, em 1911, as duas empresas
chegaram a um acordo e o ramal acabou servindo agora para transbordo
de mercadorias e passageiros, através de um novo ramal, de Monteiros
a Guatapará, construído em 1914. Em 1961, o trecho entre São Simão
e Monteiros foi desativado, e o ramal de Monteiros foi unido ao trecho
até Ribeirão Preto formando o ramal de Guatapará. Em 1976, foi fechado
definitivamente e os trilhos retirados dentro de Ribeirão em 1976,
e o restante até 1979. |
| |
| A ESTAÇÃO: A estação
de Mendonças foi construída poucos meses após a de Monteiros,
e também pelo empreiteiro Antonio da Silva Lavandeira, e inaugurada
em 1912. Embora Mendonças tivesse esse nome por causa dos antigos
proprietários das terras, ela ficava ao lado da colônia da Fazenda
Piraju, fazenda que deu origem ao nome original do ramal (que
era ramal de Jataí e Piraju). Foi ponta de linha do
ramal durante seis meses, até a abertura das estações seguintes, em
março de 1913. Em 08/04/1968, foi fechada e transformada em parada.
De acordo com o sr. Adão José Batista, ferroviário de Ribeirão
Preto, foi a primeira das estações a ser desativada e logo a seguir
foi demolida, em meados dos anos 70, com o ramal ainda em funcionamento,
e isto teria ocorrido poucos meses depois de uma reforma geral...
A colônia Piraju ainda existe, e se conserva bem grande, praticamente
um bairro rural: está cercada pelo canavial. A estação não teve essa
sorte, tendo sido engolida pelas plantações de cana. Não consegui
fotos. "Meu avô, ferroviário da Cia. Paulista,
foi trabalhar no horto de Guarani, junto à estação
do mesmo nome, no início dos anos 1960. Eu morava em Ribeirão
e era moleque, e costumava ir com ele e minha mãe com ele até
lá. Saíamos de Ribeirão pelo ramal de Guatapará,
onde descíamos em Mendonças. Daí tomávamos
uma carroça até Guarani. As duas estações
eram muito próximas em linha reta, embora em ramais diferentes".
(Dirceu Baldo, 08/2002) |
| |
|
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
03.08.2010
|
|