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VXY Mogiana em MG
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Monteiros
Mendonças
Domingos Villela
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ramal de Jataí - 1935

IBGE-1970
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1999
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Cia. Mogiana de Estradas de Ferro (1912-1971)
FEPASA (1971-1979)
MENDONÇAS
Município de Guatapará, SP
Ramal de Jataí - km 71,036 (1937)   SP-2346
Altitude: 601 m   Inauguração: 01.10.1912
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1912 (já demolido)
 
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Jataí foi construído entre 1910 e 1913, como uma variante da linha-tronco da Mogiana, entre as estações de São Simão e de Ribeirão Preto, pelo seu lado oeste, como uma linha de defesa de zona contra a Cia. Paulista. Durante a sua construção, em 1911, as duas empresas chegaram a um acordo e o ramal acabou servindo agora para transbordo de mercadorias e passageiros, através de um novo ramal, de Monteiros a Guatapará, construído em 1914. Em 1961, o trecho entre São Simão e Monteiros foi desativado, e o ramal de Monteiros foi unido ao trecho até Ribeirão Preto formando o ramal de Guatapará. Em 1976, foi fechado definitivamente e os trilhos retirados dentro de Ribeirão em 1976, e o restante até 1979.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Mendonças foi construída poucos meses após a de Monteiros, e também pelo empreiteiro Antonio da Silva Lavandeira, e inaugurada em 1912. Embora Mendonças tivesse esse nome por causa dos antigos proprietários das terras, ela ficava ao lado da colônia da Fazenda Piraju, fazenda que deu origem ao nome original do ramal (que era ramal de Jataí e Piraju). Foi ponta de linha do ramal durante seis meses, até a abertura das estações seguintes, em março de 1913. Em 08/04/1968, foi

AO LADO: Nota da inauguração da estação em 1912 (O Estado de S. Paulo, 26/9/1912).
fechada e transformada em parada. De acordo com o sr. Adão José Batista, ferroviário de Ribeirão Preto, foi a primeira das estações a ser desativada e logo a seguir foi demolida, em meados dos anos 1970, com o ramal ainda em funcionamento, e isto teria ocorrido poucos meses depois de uma reforma geral. A colônia Piraju ainda existe, e se conserva bem grande, praticamente um bairro rural: está cercada pelo canavial. A estação não teve essa sorte, tendo sido engolida pelas plantações de cana. Não consegui fotos. "Meu avô, ferroviário da Cia. Paulista, foi trabalhar no horto de Guarani, junto à estação do mesmo nome, no início dos anos 1960. Eu morava em Ribeirão e era moleque, e costumava ir com ele e minha mãe com ele até lá. Saíamos de Ribeirão pelo ramal de Guatapará, onde descíamos em Mendonças. Daí tomávamos uma carroça até Guarani. As duas estações eram muito próximas em linha reta, embora em ramais diferentes" (Dirceu Baldo, 08/2002).
     
     
     
     
Atualização: 01.03.2015
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.